Menu

Do Luso-Poemas

Categorias

Destaque

Blogs-RSS

AudioBlogs

Homenagem

Notícias

Blogosfera

Consagrados

Já!

BP



Lançamento da obra "A Arte pela Escrita Dez, Vários autores dia 14 de outubro em Porto, Portugal.
13Out2017 11:56:38
Publicado por: Diana Balis

  22089069_271474423371701_3498158360418327291_n__1_.jpgTenho o prazer de convidar amigos e poetas, acontecimento em Portugal. 

Lançamento da obra "A Arte pela Escrita Dez, Vários autores dia 14 de outubro em Porto, Portugal.

Para participar desse evento acesse página do facebook abaixo e fale com Dionisio Dinis. Mosaico editora. Muito feliz em participar dessa obra como escritora,

Diana Balis

facebook www.facebook.com/events/300158137151431/

 

Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (123)

Ode a trivialidade
30Set2017 02:00:39
Publicado por: Diana Balis

20170929_182925.jpgOde a trivialidade 

Diana Balis

Senti no trovão do dia a rivalidade

Medo que evade a Cidade de reféns.

No horizonte desapego do fim, nego acuidade.

Rio que transborda detritos,

Seremos a esperança de Paz e absténs?

Poeta encanta ou resmunga solidário.

Amo e recebo sucatas de corruptos,

Curas obsoletas de inaptos.

Voa o poeta arredio,

Mundo cruel no crivo de expertise.

Finca a bandeira Brasileira na catálise,

É tarde!

 

Evento da APPERJ, hoje, Fundaçao da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. 

thumbnail.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (103)

Rio que flui. Homenagem a Ferreira Gullar
29Set2017 13:25:33
Publicado por: Diana Balis

Gullar.2013.jpg Rio que flui

O riso escorre lento
Nas águas verdes da terra
A Floresta da Tijuca verte num breve adeus
Em passagem de bichos serenos
O fluir é suave gosto.
Veja como entre as pedras e o banho
Pássaros escondem os ninhos
O vento assobia e vai tarde…
Mas é cedo para se viver um breve adeus.

Ferreira Gullar (Homenagem)                                                Gisele Lemos

 



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (102)

Somos filhos de quem?
13Ago2017 18:54:32
Publicado por: Diana Balis

Somos filhos de quem?

Filhos da rua, filhos de erros, filhos das mães sem os pais, filhos dos filhos de outros, tantos descuidos, e filhos amados ou rejeitados, filhos queridos, filhos da luta, filhos dos filhos, e pais de todos os filhos, o Pai-nosso que estais no céu e por Deus, Pai de todos, vamos ter filhos, e sermos Pais responsáveis para termos um Feliz dia de Pai, e conosco, todos os Filhos da anarquia.
Diana Balis

Lançamento do cd Priscila Marchon
13Ago2017 18:16:13
Publicado por: Diana Balis

unnamed_1.pngPriscila Marchon

por: João Carlos Leal

Silêncio e solidão. É a partir desses dois ingredientes que Priscila Marchon elabora sua música. São sete composições prontas, além de vários rabiscos para organizar. Cinco delas estão no seu primeiro CD, Clareia, nome da música de trabalho que gravou ao lado do rapper Mahal Reis (filho do cantor e compositor Luiz Melodia). Fruto do casamento de um contador com uma costureira, Priscila bem que tentou seguir o caminho da mãe, das tias e de tantas outras mulheres de Nova Friburgo, e se dedicar ao ramo de confecção de lingeries. Mas seu coração não pulsava no ritmo das máquinas. Falou mais alto seu amor pela música, que os próprios pais semearam quando, ainda criança, pagaram as primeiras aulas particulares. Há três anos, Priscila  de sua arte. Canta em bares, hotéis, festas, casamentos. Apaixonada por MPB, tem uma queda especial pelo romantismo, seja no forró ou no samba. Com seu primeiro CD planeja alçar voos mais altos e levar sua voz, suas composições e as releituras que faz de grandes ícones da MPB, para todo o país, e além.

 

 

 

 

 

 

Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (150)

Oficina de Teatro Graco no Centro de Artes Calouste Gulbenkian
21Jul2017 19:32:54
Publicado por: Diana Balis

19415861_10207866274809448_1735455042_n.pngAcontecem as Oficinas de Teatro Graco no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Rio de Janeiro. Grátis.

Alunos da Oficina integrarão o espetáculo que estreará dia 11 de agosto as 20h. Imperdível!

19601139_820020604830159_3034340793364086142_n.jpgDiretores Denilson Graco e Alex Amorim com o elenco:
Luisa Linhares 

Tuca Muniz 

Thamiris Dias

Francisco Bernardino

Rosana Pio

Lene Ras

Camélia Pinheiro

Henrique Machado

Brunna Bal

Bruno Lubryart

Gisele Lemos

Alice Serrano

Flávio Agilis

Jonatahs Reis

Alana Mariano

Elyan Lopes

Wemerson Rismo

Jorge Cabral

Leo Massukato

 

Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (272)

A casa está aberta.
20Jul2017 02:41:12
Publicado por: Diana Balis

amanhecer_na_praia.c52drl58bgo4c4gog4occ80g0.801di6u7wqo0w0w8w8coswgk0.th.jpegA casa está aberta

Diana Balis

Tem dias que os olhos entrelaçados têm rodas e rodopiam.

Cantam com as meninas, cantigas do além mar.

Debulhei o milho, plantei batatas e utilizei estercos de estrumes de elefantes do Circo,

Eram plantações de cenouras…

A vida nunca será a mesma no amanhecer.

Sorriu maliciosamente e sem medo de perder o prazer de viver.

Brigar, não será mais necessário.

Todos os homens que escutam infortúnios,

Alcançaram meus pés em corridas.

Pintei paredes, abri portas e neste momento,

 Lamento o silencioso que mudou-se!

A casa está aberta,

Repleta de felicidade.

Rio de Janeiro 19 de julho de 2017.



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (183)

Convoco
10Jul2017 18:43:19
Publicado por:

 4d53d02228f65159012666afa95c9496.jpgComigo

Com você.

Querido,

Aguerrido

Rindo,

Guê.

Varal e

Palavras no ar

Ressurgem

Vômitos e plateias sem acenos...

Convoco:

 Aplausos de silêncio oculto,

Sentido de alma desperta.

 

Diana Balis

Pintura de Jesús Enrique Emilio de la Helguera Espinoza, Mexico. 


Mia cucina
28Jun2017 16:05:14
Publicado por: Diana Balis

65e3b46a1a15578b07b3758897dd2d61.jpgHo cucinato nella mia cucina, 

mi piace per nutrire l'anima. 
Lavandini pieni, 
pasti solitari.
Diana Balis
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COZINHA DA ROÇA Robson Neves
 
 
 
 

LANÇAMENTO DOCUMENTÁRIO PANTANAIS DO PANTANAL
21Jun2017 15:34:32
Publicado por: Diana Balis

MARCELO__CARLA__MORGANA_E_LUIZ_IRALA_NO_RIO_PARAGUAI_EM_PORTO_MURTINHO__FOTO_PAPITO_.jpgLANÇAMENTO DOCUMENTÁRIO PANTANAIS DO PANTANAL

Pantanais do Pantanal é o 6º longa-metragem com assinatura do casal de sócios da Código Solar Produções, Marcelo de Paula (direção, fotografia e roteiro) e Carla Mendes (edição e produção).

O documentário será lançado no consagrado Instituto Moreira Salles (Rua Marques de São Vicente, 476, Gávea – RJ), no dia 30 de junho, às 10:30 hs, em evento fechado para convidados, patrocinadores e profissionais da mídia.

Com apenas 8 anos de idade, fazendo pequenas intervenções como câmera adicional, a participação de Morgana Mendes Paula Carneiro, filha do casal Marcelo e Carla, na equipe de produção de imagens é outro destaque do filme. Numa expedição de dois meses por 11 sub-regiões do Pantanal, entre os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, ela fez história por onde passou: primeira criança a pisar na Estação Ecológica de Taiamã; ficou frente a frente com várias onças, jacarés, queixadas e demais animais da fauna do Pantanal. Andou pela primeira vez de bimotor, voadeira, veículos de safári e experimentou várias iguarias da culinária pantaneira, tais como caldo de piranha, sopa paraguaia, arroz carreteiro, saltenha, carne de jacaré, inúmeros peixes da região e saboreou a erva do Tereré!

FILMANDO_RIO_CORRENTES__FOTO_CARLA_MENDES__.jpgMais de 10 mil km rodados para contar essa inédita história das 11 sub-divisões do Pantanal. 13 municípios selecionados como sets: Porto Murtinho, Aquidauana, Rio Verde, Sonora, Coxim, Miranda, Bodoquena e Corumbá (MS) e Cáceres, Poconé, Barão de Melgaço e Santo Antônio do Leverger (MT). A expedição ainda rodou nas empoeiradas Transpantaneira (MT); Estrada Parque Pantanal; Estrada Parque de Piraputanga e a MS 228, mais conhecida como Estrada do Corixão. Sem contar as inúmeras vias de acesso às fazendas que apoiaram o Projeto: Pouso Alegre Lodge; Jaguar Ecological Reserve; Haras Bafo da Onça da Araras Pantanal Eco Lodge (MT) e Fazenda Igrejinha; 23 de Março; Fazenda Pouso Alto – Pousada Mangabal; Passo do Lontra Parque Hotel; Fazenda São João; Fazenda Vitrine; Fazenda São José – Pousada Aguapé e Fazenda Baía Grande de Rio Verde (MS).

A Produção percorreu de voadeiras, chalana, balsa de carro e Barco Hotel Jaguar do Pantanal inúmeros rios que compõem a região do Pantanal: Paraguai, Miranda, Taquari, Negro, Aquidauana, Abobral, Jauru, Feioso, Piquiri, Correntes, 3 Irmãos, Rio Verde, Salobra, Rio Vermelho, Cuiabá e outros. Imagens aéreas produzidas por voo de avião bimotor e drones e imagens subaquáticas compõem as belas cenas do filme. Foram registrados mais de 25 depoimentos para o filme com temas que abrangem o roteiro: Cavalos Pantaneiros, Pesca, Gado Caracu e Nelore, Guerra do Paraguai, ecoturismo, Estação Ecológica de Taiamã, chapéu Karandá, construção da Transpantaneira e da Estrada Parque Pantanal, ocupação humana no Pantanal, Pesquisas Científicas etc. Com lentes de longo alcance e totalmente em HD, foram filmados mais de 50 espécies da fauna pantaneira, com destaque para nove onças em diferentes locais e atividades, um bando de queixadas atravessando o Rio Paraguai, jaguatirica, casal de araras-azul e de capivaras acasalando, urutau, Tuiuiú pousando no ninho, porco monteiro com filhotes, ema chocando mais de 30 ovos, todas as espécies de cervo da região e inúmeras aves! Totalmente original, a Trilha Sonora é outro destaque do filme. Composições temáticas nas mãos do talentíssimo carioca Zé Neto, produtor musical, Presidente da Musimagem Brasil, compositor e violonista que já tocou com Suely Costa, Fátima Guedes, Sebastião Tapajós, Robertinho Silva e outros. E uma maravilhosa cena gravada numa Chalana descendo o Rio Taquari, com as violas pantaneiras dos músicos de Coxim, Adão Reis e Kurikaka. Entre pilotos de voadeiras, guias e técnicos de cinema, a equipe contou com mais de 10 integrantes ao longo da expedição. Sem contar com profissionais de peso que estão envolvidos na pós-produção para correção de cor e mapas gráficos. O link do documentário Pantanais do Pantanal no Facebook tem o trailer do filme, com mais de 71 mil visualizações. Um média alta para um filme independente:

https://www.facebook.com/pantanaisdopantanal

Marcelo de Paula - (22) 98839-5183 // (22) 2630-5878 Carla Mendes (22) 98839-5183 // (22) 2630-5878 



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (171)

Viver no Rio de Janeiro
19Mai2017 23:06:48
Publicado por: Diana Balis

 17635448_1412778435409825_7228824922165236656_o_1.jpgA vida mudou e a Cidade Maravilhosa está falida, sim, todos sabem.

Onde está a Petro? Onde aconteceram as Olimpíadas? Onde essas empresas citadas na lava jato também estiveram realizando obras? Rio de Janeiro, claro!

Bem-vindos a novidade? Ou a minha nova idade?

(foto com o Advogado e Poeta Marcus Vinicius Bernardo)

Nem tão afoita as escritas, o meu mundo deu tantas voltas, eu que sempre denunciei os políticos corruptos, que devem ir as prisões, e caso nem forem essas suficientes, façam mais cadeias,

Mas consertem também a Justiça, que anda meio cambaleante para alguns lados...


Falar de poesia numa hora dessas? Onde até as bolsas oscilam, as suas, a minha, e a vida que ainda bem, trouxe o couro ecológico, novas opções!

Estou tentando dizer que a Diana Balis anda fazendo Poesias Revistas.  

E foi realmente uma noite especial de lançamento em Ipanema, com escritores de 3 países e 12 Estados do Brasil, aconteceu no mês de março desse ano, Poesia Revista 2017.

Porém também cansa viver numa Cidade Maravilhosa, caminhando preocupada com a Tijuca, e o Rio de Janeiro.

Não desejo que sejamos reféns de bandidos que voltam as comunidades que aqui nos cercam. Estou preocupada com a fome e a pobreza, já se acumulam em nossos quarteirões e por onde caminhamos.

A vida segue...

A poetisa Diana hiberna como forma de nem querer sem além do olhar a paisagem, uma foto, e imagem, que deverá se perder no tempo...

Passado ou no presente contínuo, a aflição da vida, lutando pela democracia, liberdade e a verdade.

Contra a corrução nacional desses políticos e seus aliados, como todos bons brasileiros. Assim espero.

Desejamos a todos, um ótimo fim de semana, esperança sempre! 


Poeta  Diana Balis. Editora da Poesia Revista 2017.

 



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (224)

Poesia Revista 2017, Convite
12Mar2017 02:51:38
Publicado por: Diana Balis

Dia 28 de março de 2017, às 20 horas, estaremos no Bar Manoel & Juaquim de Ipanema, Rio de Janeiro, na comemoração e lançamento da Poesia Revista 2017.
Projeto de Gisele Lemos, Blogtok Editora, José Loureço, Barcelos, Portugal.

Somos 62 autores, Escritores de 12 Estados do Brasil e quatro países participantes.

Todos coautores da produção de distribuição gratuita em escolas e Saraus Poéticos da Cidade Maravilhosa e de seus Coparceiros.
Agradecemos a confiança e credibilidade em nossa produção anual que nesse ano escrevemos sobre o Meio Ambiente.


Agradecemos sua divulgação e comparecimento.

 

Gisele Lemos



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (221)

Subindo a Ladeira
27Fev2017 14:46:23
Publicado por: Diana Balis

RIO_CON_AMENA.jpgSomos todos carregados de orgulho,
Subindo ladeiras, latas dágua na cabeça.
Recentes desempregados, por salários atrasados, e avultados por malandros de gravatas, as bravatas, dos últimos gritos de guerra, da integração nacional, brancos, índios, negros e pardos. Tolos maltratados, registramos os nossos valores, entre palavras, emoções e atitudes, somos POETAS!
Cuidem do corpo, da ética e das carícias.
Amor que revigora a Terra, Bendita, vendida por inescrupulosos e obcecados pela ganância.
Resistir, persistir e acreditar, o pagamento é único, fauna, flora e seres animais, todos somos mortais, mas sonhamos.
Viva o Rio de Janeiro e seus 452 anos de existência.
Viver é acreditar nas ações entre as palavras que emocionam eu acredito no amor.
Gisele Sant Ana Lemos



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (195)

Autoestima em voga
25Fev2017 12:50:00
Publicado por:

 

giesandra.jpg

Auto estima em voga nesse ano de 2017.

Como dizia Dorival Caymmi

Gostar de si mesmo, sem egoísmo. Apreciar as pessoas em volta. Cuidar da saúde mental e física. Gostar dos seus horários. Não ficar melancólico, mas guardar na lembrança as melhores coisas da vida. E não abrir mão de ser feliz. A busca da felicidade já justifica a existência.

Acredito na possibilidade do amor. Todo ser humano necessita de carinho e afeto para sobreviver as dificuldades da existência.

Para melhorar o humor e autoestima, devemos cuidar de nos mesmos, com muito carinho e também nos conhecermos. Faz parte da meta, procurar ajuda para nos entendermos, buscando soluções aos problemas, e resolve-los.  Por vezes, uma simples ida ao cabeleireiro, anima e levanta a autoestima.

Conversei com Sandra Regina, cabeleireira, que trabalha na Tijuca, Rio de Janeiro. Os clientes, homens e mulheres, alem  do trabalho de corte, escova e tinturas, saem do salão sempre satisfeitos e mais sorridentes. Com certeza, com a autoestima elevada.


A vida nesse Carnaval segue leve...

Cuidem bem de seu corpo e autoestima, e bebam muita água para hidratar,comam frutas entre os Blocos e respeitem seus limites.

Desejo a todos um excelente Carnaval.

E as questões políticas! Ficarão para após o recesso prolongado... Afinal, Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô Mas que calor, ô ô ô ô ô ô

Gisele Sant Ana Lemos

Psicóloga Clínica e Familiar



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (240)

O AVKD é baseado no alfabeto latino, que é o alfabeto mais usado no mundo.
23Fev2017 10:45:16
Publicado por: ../..

O AVKD é baseado no alfabeto latino, que é o alfabeto mais usado no mundo.

Não se sabe ao certo qual a origem do alfabeto, porém sabe-se que os egípcios foram os primeiros a tentar simbolizar as suas ideias através de figuras de animais.

Acredita-se, portanto, que o alfabeto tenha origem no Antigo Egito, por volta do ano 2000 a.C. e que representava o idioma dos trabalhadores semitas no Egito, tendo sido influenciado

Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (302)

Verdade...Faz tempo
19Fev2017 08:17:51
Publicado por: Diana Balis

16832369_10202815594106736_2473771332289564420_n.jpgVerdade, faz tempo. 


Calada e entregue na manhã de domingo,
Virei a página e recobrei do tempo,
a sua ausência.
Passa a gaivota que devora peixes em feiras livres, as Maritacas voam nos pés de amendoeiras em ruas tranquilas da Tijuca.

No azul celeste refletindo...

Vejo as marés.


Volto dá caminhada matinal transpirando energia,e tranquila, em cada despertar, consta todos os seus segredos.
Vou contar comigo, contigo, e mais uma vez Seremos dois apaixonados em manhãs de domingos,

Acaloradas pelo frescor do amor.


Diana Balis

 

 

 

 

 

 



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (292)

Morreu o i, eutanasiado.
17Fev2017 12:00:58
Publicado por: ../..

 A pedido de várias famílias provocou-se a eutanásia ao i. Morreu.

São por demais as razões porque se escolhe o Y em vez do I. 

- Gráficamente é mau, muito mau, confunde-se com o L minúsculo, mal se vê (exemplo; rir, vir - ryr, vyr)
- Sempre que possível e desde que não choque a fonética, deve-se preservar a etimologia
- Coesão internacional - porque o AVKD

Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (457)

APONTAMENTOS SOBRE A HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO DA LÍNGUA
01Fev2017 17:15:03
Publicado por: ../..





PERIODIZAÇÃO DA EVOLUÇÃO DA ORTOGRAFIA PORTUGUESA


      A história da ortografia portuguesa divide-se em três períodos distintos: FONÉTICO, PSEUDO-ETIMOLÓGICO e SIMPLIFICADO.

      1. PERÍODO FONÉTICO

      Este período inicia-se com os primeiros documentos redigidos em português e termina no século XV.

      A escrita neste período caracteriza-se pela forte tendência para ortografar as palavras tal qual eram pronunciadas: honrra; ezame; etc. Porém, a ausência de uma normalização ortográfica conduzia a uma variação na representação dos sons da linguagem falada. O som /i/, por exemplo, era representado ora por i ora por y; a nasalalização realizava-se através do m ou do n o do til (bem, ben, b~e), etc.

      Por outro lado, a ortografia não acompanhou a evolução que se operava no oral, conservando-se palavras como "ler" e "ter" grafadas com vogal dupla: «leer», «teer>.

      2. PERÍODO PSEUDO-ETIMOLÓGICO

      Inicia-se no século XVI e prolonga-se até 1911, ano em que é decretada a reforma ortográfica, fundada nos preceitos da gramática de Gonçalves Viana, publicada em 1904.

      Com a chegada do Renascimento e a admiração dos humanistas pela cultura clássica, motivou uma atenção particular para o Latim. Esta atitude levou a que os eruditos aproximassem o mais possível a língua portuguesa à sua língua-mãe. Este facto provocou o abandono da simplicidade da representação fonética e deu lugar a uma escrita com base etimológica. Assim, começámos a assistir ao aparecimento de grafias como fecto (feito), regno (reino), etc.; a um frequente emprego de consoantes duplas (metter, fallar, etc); à ocorrência dos grupos dígrafos PH, CH, TH e RH (pharmacia, lythografia, Matheus, Achiçles, etc.).

      Por outro lado, o pretensiosismo, aliado a uma certa ignorância, levou à prática de exageros. Entre outros casos, deixamos como exmplo o seguinte: introduziram-se letras que não eram pronunciadas, como esculptura; astma; character; etc.; o y passou a figurar em muitos vocábulos, como lythografia, typoia, lyrio, etc..

      No fundo, o que se pretendia era transformar a escrita em etimológica, mas a ignorância não permitiu que tal se realizasse total e plenamente. Daí o nome "Pseudo-Etimológico". Segundo J. J. Nunes «por este processo recuavam-se bastante séculos, fazendo ressurgir o que era remoto, e punha-se de lado a história do nosso idioma...»

      Mas não se pense que os critérios ortográficos, no decorrer deste longo período, foram aceites de forma pacífica. Aliás, cedo as reacções ganharam eco. Em 1576, Duarte Nunes de Leão, um dos primeiros gramáticos portugueses, critica a pseudo-etimologia. Tal reprovação surge, em 1633, por Álvaro Ferreira Vera, na sua "Ortographia ou arte para escrever certo na lingua portuguesa". Já no século XVIII, D. Francisco Manuel de Melo (pelo menos em uma das suas obras: "Segundas Três Musas do Melodino) opta por uma ortografia simplificada, pondo praticamente de lado o uso de consoantes dobradas, grafando f em vez de ph, e substituindo o dígrafo ch, com o som de /k/ por qu (farmacia - pharmacia; Aquiles - Achiles).

      No século XVIII, Luís António Verney, com "O verdadeiro método de estudar", não só propunha uma ortografia simplificada, como, usando precisamente essa mesma ortografia, fazia desta sua obra um exemplo a seguir.

      Apesar disso, o que acontecia na quase totalidade dos escritos, sobretudo a partir da publicação, em 1734, da "Ortografia ou arte de escrever e pronunciar com acerto a lingua portugueza", de João Madureyra Feijó, era o recurso à grafia mais complexa.

      Em relação aos acentos, o seu uso era muito restrito e o seu emprego não obedecia às regras de hoje.

      Nos inícios do século XIX, Almeida Garrett apresentava-se como defensor de uma escrita simplificada e insurgia-se contra a ausência de uma norma regularizadora da ortografia. E, seguindo este mesmo espírito, muitos outros, entre os quais Castilho, ergueram a sua voz em defesa de uma reforma ortográfica.

      Todavia, e tal como acontecera com os adeptos da grafia etimológica, também a 'febre' de simplificação da ortografia levou a que se cometessem numerosos disparates e a que, em finais do século XIX se assistisse a uma ortografia quase anárquica (cada um seguia o que se lhe afigurava mais adequado).

      3. PERÍODO SIMPLIFICADO

      Desde a Ortografia Nacional até aos nossos dias.

      Com vista a normalizar os documentos oficiais, o Governo nomeou uma comissão para estabelecer uma normalização da ortografia. Esta limitara-se a seguir e oficilizar as propostas defendidas por Gonçalves Viana, em 1907.

      A reforma de Gonçalves Viana prescrevia:

      a) «Proscrição absoluta e incondicional de todos os símbolos da etimologia grega: th,ph, ch (=>K), rh e Y;

      b) Redução das consoantes dobradas a singelas, com excepção de RR e SS, mediais, que têm valores peculiares;

      c) Eliminação das consoantes nulas, quando não influem na pronúncia da vogal que as precede;

      d) Regularização da acentuação gráfica.»

      Esta reforma foi tornada obrigatória em 1911.

      Em 1911, as Academias de Letras do Brasil e de Ciências de Lisboa, celebraram um acordo ortográfico, com vista a solucionar divergências ortográficas entre o português de Portugal e o português do Brasil.

      Em 1943, os dois países tentam um novo entendimento, de onde resultou o Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, redigido pela Academia de Letras do Brasil.

      Este Vocabulário serviu de referência até aos nossos dias, e impunha como regras o seguinte:

      A. Emprego do H:

      O H não tem valor fonético na língua portuguesa, como já o não tinha no Latim. Só se emprega como inicial quando a etimologia o exige:

                  hoje,
                  haver,
                  hélice;
                  etc.
      Como medial, só se emprega nos dígrafos:

      __ CH, LH e NH:

                  ;mancha,
                  malha,
                  vinho,
                  etc.
      __ e nos compostos unidos por hífen, nos casos em que o segundo elemento é iniciado por H:

                  pré-história;
                  super-homem;
                  etc.
      B. Emprego do CH:

      O digrama CH, inexistente em Latim, é o resultado da evolução fonética dos grupos consonantais latinos PL, CL e FL:

                  pluvia > chuva;
                  masclu > macho;
                  afflare > achar;
                  etc.
      C. Emprego do X:

      O X português corresponde:

      a) ao X latino:

                  coxu > coxo;
                  laxare > deixar;
                  examen > exame;
                  exaguare > enxaguar;
                  etc.
      b) à palatalização do S em grupos como SSI ou SCE:

                  passione > paixão;
                  russeu; > roxo;
                  pisce > peixe;
                  miscere > mexer;
                  etc.
      D. Distinção entre S e Z:

      __ Escreve-se com S:

      a) Quando a letra S portuguesa corresponde a um S latino:

                  mensa > mesa;
                  rosa > rosa:
      b) nos sufixos -ESA e -ISA, quando referidos a títulos nobiliárquicos e a profissões:

                  princesa;
                  poetisa
                  etc.
      __ Escreve-se com Z:

      a) Nos casos em que o Z resulta da evolução dos grupos TI, CI e CE latinos:

ratione > razão;

vicinu > vizinho;

feroce > feroz; etc.

      b) Nos substantivos abstractos derivados de adjectivos qualificativos: beleza, pobreza, robustez, altivez, etc.

      c) No sufixo -IZAR de origem grega: organizar, civilizar, e seus derivados: organização, civilização; etc.

      E. Emprego de SS:

      O S surdo português, em posição medial, geralmente provém:

      a) de um SS latino: ossu > osso; assistire > assistir; etc.

      b) de uma assimilação: ipse > esse; persona > pessoa; dixi (dicsi) > disse; etc.

      F. Emprego do Ç:

      O Ç provém da evolução de CE, CI, TE e TI latinos seguidos de vogal: lancea > lança; minacia > ameaça; matea > maça; pretiu > preço.

      G. Distinção entre G e J:

      a) O G português representa geralmente o G latino: gelu > gelo; agitare > agitar; etc.

      b) o J provém:

      1. da consonantização do I semiconsoante latino: iactu > jeito; iam> já; maiestate > majestade; etc.;

      2. da palatalização do S + I, ou do grupo DI + Vogal: basiu > beijo; caseu > queijo; hodie > hoje; radiare > rajar; etc.

      A obediência a estas novas regras acabava com os exageros do período pseudo-etimológico e promovia uma certa aproximação ao período fonético.

      Embora o objectivo essencial da reforma de 1911, pela aproximação da ortografia à grafia fonética, fosse pôr fim ao despotismo da tendência etimológicaO essencial da reforma ortográfica de 1911 foi acabar com o despotismo da etimologia, a verdade é que não se eliminaram totalmente os hábitos anteriores, dos quais continuou a perdurar, entre outros, o uso de consoantes mudas, como homem, directo, sciência, etc.)

      Além disso, no que respeita à utilização dos acentos, esta reforma distanciou-se da escrita dos primeiros tempos. Os acentos passaram a ser frequentes e, em particular, todas as palavras esdrúxulas possuíam obrigatoriamente acento.

      No essencial, as prescrições da reforma de 1911 vigoram até aos nossos dias, mas sujeitas a algumas tentativas de de ajustamento, entre portugueses e brasileiros, com vista a uma maior uniformização do idioma falado nos dois países, como as que tiveram lugar em 1920, 1929 e 1931.

      A grande reforma seguinte, em 1945, resultante de um acordo ortográfico entre Portugal-Brasil, sofrendo algumas alterações em 1971, continua a ser norma oficial da ortografia por que nos regemos ainda hoje.

      II. TENTATIVAS PARA A UNIFORMIZAÇÂO DA LÍNGUA PORTUGUESA ENTRE PORTUGAL E O BRASIL

      Considerando as tentativas para uma uniformização da língua portuguesa entre portugueses e brasileiros, nota-se que, exceptuando uma quase unidade no século XIX, têm sido sempre pautadas por perspectivas divergentes.

      É visível o interesse que ambos os países sentem em encontrar uma norma ortográfica comum. Tal já vem a ser demonstrado desde 1907, ano em que a Academia Brasileira de Letras, sob a orientação de nomes ilustres, como Euclides da Cunha, Rui Barbosa e outros, projectava uma reforma idêntica à defendida por Gonçalves Viana. Mas o facto da reforma de 1911 ter sido feita sem qualquer intervenção do Brasil, motivou que, durante anos, os dois países utilizassem ortografias completamente diferentes (Portugal, com a ortografia moderna e o Brasil ainda com a ortografia pseudo-etimológica)

      Em 1924, reunem-se, pela primeira vez, as duas Academias (a Brasileira de Letras e a das Ciências de Portugal). Em 1931, as duas Academias chegaram a um acordo preliminar, dando-se assim alguns passos na convergência ortográfica entre os dois países. Mas os Vocabulários publicados em 1940, pela Academia das Ciências, e, em 1943, pela Academia Brasileira de Letras, continham ainda algumas divergências.

      Depois, ainda em 1943, tentou-se de novo uma Convenção Ortográfica, na qual teve origem o Acordo Ortográfico de 1945. Porém, enquanto em Portugal foi oficializado pelo Governo, o Congresso brasileiro não procedeu à sua ratificação.

      De tentativa em tentativa, parece que nenhuma das partes pretende ceder a divergências quantas vezes mais emotivas que linguísticas, e as negociações para a uniformização ortográfica não vão passando de projectos. Vários têm sido os encontros __ 1971, 1973-1975, 1986 e 1990 __, mas tudo continua adiado... para uma só ortografia... ou para a separação definitiva? E, ainda que digam que nos entendemos, a verdade é que parece entendermo-nos cada vez menos. A solução seria acabar de vez com preconceitos e definirem consentânea e definitivamente uma reforma justa não pelos povos mas pela língua que os une (ou desune).



Guilherme Ribeiro


http://esjmlima.prof2000.pt/hist_evol_lingua/r_gru-j.html



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (255)

Tento não ser só
28Jan2017 14:21:14
Publicado por: Diana Balis

Tento não ser só 
Percebo todos os gostos em sonhos de transparência temperada 
Desejo é amor ferino, que invade a tênue sensação de segurança e garante ao pobre mortal todas as incertezas. 
Nunca vivi tanto desconforto. 
Remei, colhi, plantei, revolvi, debulhei, mergulhei, e pedi. 
No fundo, todos os sentimentos estavam disponíveis. 
Mas o amor desprezou meu sono. 
Deixa então eu dormir em paz!

Diana Balis

 

 

 

 



Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (266)

Escrever como se diz
24Jan2017 16:05:25
Publicado por: JoséSantos

 

A história da língua faz jus ao objecto: já muito se deu à língua sobre como se deve usá-la. Carlos Maria Bobone recorda pontos de viragem fundamentais e os vanguardistas que as protagonizaram.

Corpo confuso e enorme, enrodilhado em heranças contraditórias e novidades, moldado por regras abstractas e experiências quotidianas, ferido constantemente por sentenças eruditas e acometido por invenções populares, tão intrincado que uma simples mudança pode revolver todo o seu edifício, custa a acreditar que possa ser usado por qualquer boca impúbere.

Mais custa, ainda, perceber como é que uma lógica tão facilmente apreendida pode ser tão difícil de explicar: qual é a lógica da língua? Como é que qualquer criança sabe entrar – com maior ou menor mestria – num jogo de símbolos, em que a junção de sons produz significados diferentes, e sábio nenhum consegue explicar cabalmente a chave do código?



1 a 20 de 3122 Primeiro | Anterior | Seguinte | Último |