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Poesia Revista 2017, Convite
12Mar2017 02:51:38
Publicado por: Diana Balis

Dia 28 de março de 2017, às 20 horas, estaremos no Bar Manoel & Juaquim de Ipanema, Rio de Janeiro, na comemoração e lançamento da Poesia Revista 2017.
Projeto de Gisele Lemos, Blogtok Editora, José Loureço, Barcelos, Portugal.

Somos 62 autores, Escritores de 12 Estados do Brasil e quatro países participantes.

Todos coautores da produção de distribuição gratuita em escolas e Saraus Poéticos da Cidade Maravilhosa e de seus Coparceiros.
Agradecemos a confiança e credibilidade em nossa produção anual que nesse ano escrevemos sobre o Meio Ambiente.


Agradecemos sua divulgação e comparecimento.

 

Gisele Lemos



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Subindo a Ladeira
27Fev2017 14:46:23
Publicado por: Diana Balis

RIO_CON_AMENA.jpgSomos todos carregados de orgulho,
Subindo ladeiras, latas dágua na cabeça.
Recentes desempregados, por salários atrasados, e avultados por malandros de gravatas, as bravatas, dos últimos gritos de guerra, da integração nacional, brancos, índios, negros e pardos. Tolos maltratados, registramos os nossos valores, entre palavras, emoções e atitudes, somos POETAS!
Cuidem do corpo, da ética e das carícias.
Amor que revigora a Terra, Bendita, vendida por inescrupulosos e obcecados pela ganância.
Resistir, persistir e acreditar, o pagamento é único, fauna, flora e seres animais, todos somos mortais, mas sonhamos.
Viva o Rio de Janeiro e seus 452 anos de existência.
Viver é acreditar nas ações entre as palavras que emocionam eu acredito no amor.
Gisele Sant Ana Lemos



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Autoestima em voga
25Fev2017 12:50:00
Publicado por:

 

giesandra.jpg

Auto estima em voga nesse ano de 2017.

Como dizia Dorival Caymmi

Gostar de si mesmo, sem egoísmo. Apreciar as pessoas em volta. Cuidar da saúde mental e física. Gostar dos seus horários. Não ficar melancólico, mas guardar na lembrança as melhores coisas da vida. E não abrir mão de ser feliz. A busca da felicidade já justifica a existência.

Acredito na possibilidade do amor. Todo ser humano necessita de carinho e afeto para sobreviver as dificuldades da existência.

Para melhorar o humor e autoestima, devemos cuidar de nos mesmos, com muito carinho e também nos conhecermos. Faz parte da meta, procurar ajuda para nos entendermos, buscando soluções aos problemas, e resolve-los.  Por vezes, uma simples ida ao cabeleireiro, anima e levanta a autoestima.

Conversei com Sandra Regina, cabeleireira, que trabalha na Tijuca, Rio de Janeiro. Os clientes, homens e mulheres, alem  do trabalho de corte, escova e tinturas, saem do salão sempre satisfeitos e mais sorridentes. Com certeza, com a autoestima elevada.


A vida nesse Carnaval segue leve...

Cuidem bem de seu corpo e autoestima, e bebam muita água para hidratar,comam frutas entre os Blocos e respeitem seus limites.

Desejo a todos um excelente Carnaval.

E as questões políticas! Ficarão para após o recesso prolongado... Afinal, Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô Mas que calor, ô ô ô ô ô ô

Gisele Sant Ana Lemos

Psicóloga Clínica e Familiar



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O AVKD é baseado no alfabeto latino, que é o alfabeto mais usado no mundo.
23Fev2017 10:45:16
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O AVKD é baseado no alfabeto latino, que é o alfabeto mais usado no mundo.

Não se sabe ao certo qual a origem do alfabeto, porém sabe-se que os egípcios foram os primeiros a tentar simbolizar as suas ideias através de figuras de animais.

Acredita-se, portanto, que o alfabeto tenha origem no Antigo Egito, por volta do ano 2000 a.C. e que representava o idioma dos trabalhadores semitas no Egito, tendo sido influenciado

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Verdade...Faz tempo
19Fev2017 08:17:51
Publicado por: Diana Balis

16832369_10202815594106736_2473771332289564420_n.jpgVerdade, faz tempo. 


Calada e entregue na manhã de domingo,
Virei a página e recobrei do tempo,
a sua ausência.
Passa a gaivota que devora peixes em feiras livres, as Maritacas voam nos pés de amendoeiras em ruas tranquilas da Tijuca.

No azul celeste refletindo...

Vejo as marés.


Volto dá caminhada matinal transpirando energia,e tranquila, em cada despertar, consta todos os seus segredos.
Vou contar comigo, contigo, e mais uma vez Seremos dois apaixonados em manhãs de domingos,

Acaloradas pelo frescor do amor.


Diana Balis

 

 

 

 

 

 



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Morreu o i, eutanasiado.
17Fev2017 12:00:58
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 A pedido de várias famílias provocou-se a eutanásia ao i. Morreu.

São por demais as razões porque se escolhe o Y em vez do I. 

- Gráficamente é mau, muito mau, confunde-se com o L minúsculo, mal se vê (exemplo; rir, vir - ryr, vyr)
- Sempre que possível e desde que não choque a fonética, deve-se preservar a etimologia
- Coesão internacional - porque o AVKD

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APONTAMENTOS SOBRE A HISTÓRIA DA EVOLUÇÃO DA LÍNGUA
01Fev2017 17:15:03
Publicado por: ../..





PERIODIZAÇÃO DA EVOLUÇÃO DA ORTOGRAFIA PORTUGUESA


      A história da ortografia portuguesa divide-se em três períodos distintos: FONÉTICO, PSEUDO-ETIMOLÓGICO e SIMPLIFICADO.

      1. PERÍODO FONÉTICO

      Este período inicia-se com os primeiros documentos redigidos em português e termina no século XV.

      A escrita neste período caracteriza-se pela forte tendência para ortografar as palavras tal qual eram pronunciadas: honrra; ezame; etc. Porém, a ausência de uma normalização ortográfica conduzia a uma variação na representação dos sons da linguagem falada. O som /i/, por exemplo, era representado ora por i ora por y; a nasalalização realizava-se através do m ou do n o do til (bem, ben, b~e), etc.

      Por outro lado, a ortografia não acompanhou a evolução que se operava no oral, conservando-se palavras como "ler" e "ter" grafadas com vogal dupla: «leer», «teer>.

      2. PERÍODO PSEUDO-ETIMOLÓGICO

      Inicia-se no século XVI e prolonga-se até 1911, ano em que é decretada a reforma ortográfica, fundada nos preceitos da gramática de Gonçalves Viana, publicada em 1904.

      Com a chegada do Renascimento e a admiração dos humanistas pela cultura clássica, motivou uma atenção particular para o Latim. Esta atitude levou a que os eruditos aproximassem o mais possível a língua portuguesa à sua língua-mãe. Este facto provocou o abandono da simplicidade da representação fonética e deu lugar a uma escrita com base etimológica. Assim, começámos a assistir ao aparecimento de grafias como fecto (feito), regno (reino), etc.; a um frequente emprego de consoantes duplas (metter, fallar, etc); à ocorrência dos grupos dígrafos PH, CH, TH e RH (pharmacia, lythografia, Matheus, Achiçles, etc.).

      Por outro lado, o pretensiosismo, aliado a uma certa ignorância, levou à prática de exageros. Entre outros casos, deixamos como exmplo o seguinte: introduziram-se letras que não eram pronunciadas, como esculptura; astma; character; etc.; o y passou a figurar em muitos vocábulos, como lythografia, typoia, lyrio, etc..

      No fundo, o que se pretendia era transformar a escrita em etimológica, mas a ignorância não permitiu que tal se realizasse total e plenamente. Daí o nome "Pseudo-Etimológico". Segundo J. J. Nunes «por este processo recuavam-se bastante séculos, fazendo ressurgir o que era remoto, e punha-se de lado a história do nosso idioma...»

      Mas não se pense que os critérios ortográficos, no decorrer deste longo período, foram aceites de forma pacífica. Aliás, cedo as reacções ganharam eco. Em 1576, Duarte Nunes de Leão, um dos primeiros gramáticos portugueses, critica a pseudo-etimologia. Tal reprovação surge, em 1633, por Álvaro Ferreira Vera, na sua "Ortographia ou arte para escrever certo na lingua portuguesa". Já no século XVIII, D. Francisco Manuel de Melo (pelo menos em uma das suas obras: "Segundas Três Musas do Melodino) opta por uma ortografia simplificada, pondo praticamente de lado o uso de consoantes dobradas, grafando f em vez de ph, e substituindo o dígrafo ch, com o som de /k/ por qu (farmacia - pharmacia; Aquiles - Achiles).

      No século XVIII, Luís António Verney, com "O verdadeiro método de estudar", não só propunha uma ortografia simplificada, como, usando precisamente essa mesma ortografia, fazia desta sua obra um exemplo a seguir.

      Apesar disso, o que acontecia na quase totalidade dos escritos, sobretudo a partir da publicação, em 1734, da "Ortografia ou arte de escrever e pronunciar com acerto a lingua portugueza", de João Madureyra Feijó, era o recurso à grafia mais complexa.

      Em relação aos acentos, o seu uso era muito restrito e o seu emprego não obedecia às regras de hoje.

      Nos inícios do século XIX, Almeida Garrett apresentava-se como defensor de uma escrita simplificada e insurgia-se contra a ausência de uma norma regularizadora da ortografia. E, seguindo este mesmo espírito, muitos outros, entre os quais Castilho, ergueram a sua voz em defesa de uma reforma ortográfica.

      Todavia, e tal como acontecera com os adeptos da grafia etimológica, também a 'febre' de simplificação da ortografia levou a que se cometessem numerosos disparates e a que, em finais do século XIX se assistisse a uma ortografia quase anárquica (cada um seguia o que se lhe afigurava mais adequado).

      3. PERÍODO SIMPLIFICADO

      Desde a Ortografia Nacional até aos nossos dias.

      Com vista a normalizar os documentos oficiais, o Governo nomeou uma comissão para estabelecer uma normalização da ortografia. Esta limitara-se a seguir e oficilizar as propostas defendidas por Gonçalves Viana, em 1907.

      A reforma de Gonçalves Viana prescrevia:

      a) «Proscrição absoluta e incondicional de todos os símbolos da etimologia grega: th,ph, ch (=>K), rh e Y;

      b) Redução das consoantes dobradas a singelas, com excepção de RR e SS, mediais, que têm valores peculiares;

      c) Eliminação das consoantes nulas, quando não influem na pronúncia da vogal que as precede;

      d) Regularização da acentuação gráfica.»

      Esta reforma foi tornada obrigatória em 1911.

      Em 1911, as Academias de Letras do Brasil e de Ciências de Lisboa, celebraram um acordo ortográfico, com vista a solucionar divergências ortográficas entre o português de Portugal e o português do Brasil.

      Em 1943, os dois países tentam um novo entendimento, de onde resultou o Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, redigido pela Academia de Letras do Brasil.

      Este Vocabulário serviu de referência até aos nossos dias, e impunha como regras o seguinte:

      A. Emprego do H:

      O H não tem valor fonético na língua portuguesa, como já o não tinha no Latim. Só se emprega como inicial quando a etimologia o exige:

                  hoje,
                  haver,
                  hélice;
                  etc.
      Como medial, só se emprega nos dígrafos:

      __ CH, LH e NH:

                  ;mancha,
                  malha,
                  vinho,
                  etc.
      __ e nos compostos unidos por hífen, nos casos em que o segundo elemento é iniciado por H:

                  pré-história;
                  super-homem;
                  etc.
      B. Emprego do CH:

      O digrama CH, inexistente em Latim, é o resultado da evolução fonética dos grupos consonantais latinos PL, CL e FL:

                  pluvia > chuva;
                  masclu > macho;
                  afflare > achar;
                  etc.
      C. Emprego do X:

      O X português corresponde:

      a) ao X latino:

                  coxu > coxo;
                  laxare > deixar;
                  examen > exame;
                  exaguare > enxaguar;
                  etc.
      b) à palatalização do S em grupos como SSI ou SCE:

                  passione > paixão;
                  russeu; > roxo;
                  pisce > peixe;
                  miscere > mexer;
                  etc.
      D. Distinção entre S e Z:

      __ Escreve-se com S:

      a) Quando a letra S portuguesa corresponde a um S latino:

                  mensa > mesa;
                  rosa > rosa:
      b) nos sufixos -ESA e -ISA, quando referidos a títulos nobiliárquicos e a profissões:

                  princesa;
                  poetisa
                  etc.
      __ Escreve-se com Z:

      a) Nos casos em que o Z resulta da evolução dos grupos TI, CI e CE latinos:

ratione > razão;

vicinu > vizinho;

feroce > feroz; etc.

      b) Nos substantivos abstractos derivados de adjectivos qualificativos: beleza, pobreza, robustez, altivez, etc.

      c) No sufixo -IZAR de origem grega: organizar, civilizar, e seus derivados: organização, civilização; etc.

      E. Emprego de SS:

      O S surdo português, em posição medial, geralmente provém:

      a) de um SS latino: ossu > osso; assistire > assistir; etc.

      b) de uma assimilação: ipse > esse; persona > pessoa; dixi (dicsi) > disse; etc.

      F. Emprego do Ç:

      O Ç provém da evolução de CE, CI, TE e TI latinos seguidos de vogal: lancea > lança; minacia > ameaça; matea > maça; pretiu > preço.

      G. Distinção entre G e J:

      a) O G português representa geralmente o G latino: gelu > gelo; agitare > agitar; etc.

      b) o J provém:

      1. da consonantização do I semiconsoante latino: iactu > jeito; iam> já; maiestate > majestade; etc.;

      2. da palatalização do S + I, ou do grupo DI + Vogal: basiu > beijo; caseu > queijo; hodie > hoje; radiare > rajar; etc.

      A obediência a estas novas regras acabava com os exageros do período pseudo-etimológico e promovia uma certa aproximação ao período fonético.

      Embora o objectivo essencial da reforma de 1911, pela aproximação da ortografia à grafia fonética, fosse pôr fim ao despotismo da tendência etimológicaO essencial da reforma ortográfica de 1911 foi acabar com o despotismo da etimologia, a verdade é que não se eliminaram totalmente os hábitos anteriores, dos quais continuou a perdurar, entre outros, o uso de consoantes mudas, como homem, directo, sciência, etc.)

      Além disso, no que respeita à utilização dos acentos, esta reforma distanciou-se da escrita dos primeiros tempos. Os acentos passaram a ser frequentes e, em particular, todas as palavras esdrúxulas possuíam obrigatoriamente acento.

      No essencial, as prescrições da reforma de 1911 vigoram até aos nossos dias, mas sujeitas a algumas tentativas de de ajustamento, entre portugueses e brasileiros, com vista a uma maior uniformização do idioma falado nos dois países, como as que tiveram lugar em 1920, 1929 e 1931.

      A grande reforma seguinte, em 1945, resultante de um acordo ortográfico entre Portugal-Brasil, sofrendo algumas alterações em 1971, continua a ser norma oficial da ortografia por que nos regemos ainda hoje.

      II. TENTATIVAS PARA A UNIFORMIZAÇÂO DA LÍNGUA PORTUGUESA ENTRE PORTUGAL E O BRASIL

      Considerando as tentativas para uma uniformização da língua portuguesa entre portugueses e brasileiros, nota-se que, exceptuando uma quase unidade no século XIX, têm sido sempre pautadas por perspectivas divergentes.

      É visível o interesse que ambos os países sentem em encontrar uma norma ortográfica comum. Tal já vem a ser demonstrado desde 1907, ano em que a Academia Brasileira de Letras, sob a orientação de nomes ilustres, como Euclides da Cunha, Rui Barbosa e outros, projectava uma reforma idêntica à defendida por Gonçalves Viana. Mas o facto da reforma de 1911 ter sido feita sem qualquer intervenção do Brasil, motivou que, durante anos, os dois países utilizassem ortografias completamente diferentes (Portugal, com a ortografia moderna e o Brasil ainda com a ortografia pseudo-etimológica)

      Em 1924, reunem-se, pela primeira vez, as duas Academias (a Brasileira de Letras e a das Ciências de Portugal). Em 1931, as duas Academias chegaram a um acordo preliminar, dando-se assim alguns passos na convergência ortográfica entre os dois países. Mas os Vocabulários publicados em 1940, pela Academia das Ciências, e, em 1943, pela Academia Brasileira de Letras, continham ainda algumas divergências.

      Depois, ainda em 1943, tentou-se de novo uma Convenção Ortográfica, na qual teve origem o Acordo Ortográfico de 1945. Porém, enquanto em Portugal foi oficializado pelo Governo, o Congresso brasileiro não procedeu à sua ratificação.

      De tentativa em tentativa, parece que nenhuma das partes pretende ceder a divergências quantas vezes mais emotivas que linguísticas, e as negociações para a uniformização ortográfica não vão passando de projectos. Vários têm sido os encontros __ 1971, 1973-1975, 1986 e 1990 __, mas tudo continua adiado... para uma só ortografia... ou para a separação definitiva? E, ainda que digam que nos entendemos, a verdade é que parece entendermo-nos cada vez menos. A solução seria acabar de vez com preconceitos e definirem consentânea e definitivamente uma reforma justa não pelos povos mas pela língua que os une (ou desune).



Guilherme Ribeiro


http://esjmlima.prof2000.pt/hist_evol_lingua/r_gru-j.html



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Tento não ser só
28Jan2017 14:21:14
Publicado por: Diana Balis

Tento não ser só 
Percebo todos os gostos em sonhos de transparência temperada 
Desejo é amor ferino, que invade a tênue sensação de segurança e garante ao pobre mortal todas as incertezas. 
Nunca vivi tanto desconforto. 
Remei, colhi, plantei, revolvi, debulhei, mergulhei, e pedi. 
No fundo, todos os sentimentos estavam disponíveis. 
Mas o amor desprezou meu sono. 
Deixa então eu dormir em paz!

Diana Balis

 

 

 

 



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Escrever como se diz
24Jan2017 16:05:25
Publicado por: JoséSantos

 

A história da língua faz jus ao objecto: já muito se deu à língua sobre como se deve usá-la. Carlos Maria Bobone recorda pontos de viragem fundamentais e os vanguardistas que as protagonizaram.

Corpo confuso e enorme, enrodilhado em heranças contraditórias e novidades, moldado por regras abstractas e experiências quotidianas, ferido constantemente por sentenças eruditas e acometido por invenções populares, tão intrincado que uma simples mudança pode revolver todo o seu edifício, custa a acreditar que possa ser usado por qualquer boca impúbere.

Mais custa, ainda, perceber como é que uma lógica tão facilmente apreendida pode ser tão difícil de explicar: qual é a lógica da língua? Como é que qualquer criança sabe entrar – com maior ou menor mestria – num jogo de símbolos, em que a junção de sons produz significados diferentes, e sábio nenhum consegue explicar cabalmente a chave do código?


Poesia e prosa entrelinhas
03Jan2017 15:21:13
Publicado por: Diana Balis

gisele.jpgPoesia, Prosa & Entrelinhas

Gisele Lemos

Hoje vou homenagear, o sonetista, Manoel Virgílio.

Manoel Virgílio Pimentel Côrtes, Sonetista, fez do soneto sua forma de expressão. Tem três livros publicados, todos de sonetos: “Mulher Estelar”, “Tratos de Amor e Outro Tratos” e “A Terra Em Agonia”, além da participação em várias antologias. Membro titular da “Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores” e Membro Fundador da Academia Virtual dos Poetas da Língua Portuguesa onde ocupa a cadeira cujo patrono é Vicente de Carvalho.

 

Eumanoel.jpg

Manoel Virgílio

 

Somente sou de um todo sua parte

e nada, neste mundo, nunca mudo.

Sozinho sou, apenas, um encarte,

um sócio sem gerência nesse tudo.

.

Eu guardo, p'ra mim mesmo, meu sentir,

procuro ser diverso em meu querer.[

Se tenho esse direito de ir e vir,

contudo me é negado o poder ser.

.

Eu sou somente um pingo na enxurrada,

das águas se movendo em turbilhão

que seguem, de roldão, num arrastão.

 

Eu sou quem tudo quer, mas não tem nada,

no ciclo da existência programada, apenas mais um ser na multidão.

Desigualdade

Manoel Virgílio

 

Somente elites na sociedade

mantém as regalias; é verdade!

Jamais houve na nossa humanidade

o que muitos pregaram…a igualdade!

 

Enquanto u'a minoria muito come

a grande maioria passa fome.

No luxo vai vivendo a minoria,

co'o lixo convivendo a maioria.

 

Se cresce a miséria entre o povo,

elites váo comprando algo novo

e o mundo nunca muda este rumo!

 

E quanto mais a técnica avança,

aumenta p'ras elites a abastança

e cresce a sociedade de consumo.

 

Ceia de Natalano_2017.jpg

Gisele Lemos

 

Teremos as pernas para que te quero, além de peru no Natal!

Rompantes deslizantes, em vez de sandálias havaianas, na praia de Copa.

Fogos, só sairão dos Hotéis da Barra da Tijuca, ou na orla à fora, de famílias inquietas.

Seremos pós virada, o sereno da madrugada, e os velhos amigos de sempre…

O colorido das roupas, poderão vir dos representantes dos Brasis em brasa, que acendem suas chamas na esperança, entre PEC, ou cai a PEC.

Mas todos de clavas nas mãos, vai que teremos arrastão!

E já seremos o carnaval, onde beberemos ao esquecimento e as mais soturnas votações de corruptos eleitos, ou nem tão eleitos assim…

Vai que cola, faz uma prece a Iemanjá, ou pede a Deus Pais todo poderoso a protecão ou a Oxalá, na pressa, ou prece, medite. 

E solicite a todos os santos, que a vida é curta, nem precisa ser tão dura ou louca.  

Mas pague suas contas ao menos, no 1o de Abril e seremos felizes um dia, com certeza.

Boas Festas!



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Somos solidários, somos contra a caça às bruxas:
11Nov2016 17:27:16
Publicado por: ../..



O Jornal de Barcelos é uma vergonha;

Isto é uma guerra intestinal.

Não discuto se é verdade ou mentira os dados apontados pelo pasquim Jornal de Barcelos (mil vezes pior que o Barcelos Popular), mas a pouca vergonha de fazerem uma tiragem astronómica e andarem a distribuir Jornais aos montes por todos os cantos e esquinas. Quem financia não sabemos, quem paga são sempre os mesmos.

Estamos solidários com o BP porque em coerência achamos esta prática pior do que a caça às bruxas.


jb_1.jpg

 

jb_2.jpg

 



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40 anos de gralhas no Barcelos Popular
11Nov2016 17:19:39
Publicado por: ../..

 

"o jornal materializase"
Completamente desformatado.

Aqui ainda podem corrigir mas na edição de papel Barcelos = Barceos, fica a nódoa na festa dos 40 anos de gralhas.


Barceos (depois de 40 anos ainda escrevem mal Barcelos)


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Academia Brasileira de Letras apresenta, Rio de Janeiro
08Out2016 10:16:20
Publicado por: Diana Balis

unnamed_2.jpgA Academia Brasileira de Letras dá prosseguimento ao seu ciclo de conferências do mês de outubro, intitulado “Planejamento e Políticas Públicas”, sob coordenação da Acadêmica e escritora Ana Maria Machado, Primeira-Secretária da ABL. A palestra, com o Economista Chefe do Instituto Ayrton Senna e professor do Insper, será Desafios para o desenvolvimento inclusivo. O evento está programado para terça-feira, dia 11, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Texto informativo do site

http://www.academia.org.br/noticias/economista-ricardo-paes-de-barros-fala-na-abl-sobre-o-tema-desafios-para-o-desenvolvimento



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Convite Porto, Portugal dia 8.10.2016. Coletânea e lançamento.
28Set2016 13:55:29
Publicado por: Diana Balis

convite_coletanea9A.jpgConvite da Coletânea e lançamento que acontecerá em Porto, Portugal, dia 8 de outubro.

Muito feliz por ter sido selecionada entre os 3 poetas Brasileiros, e os 300 escritores inscritos nessa Coletânea.

Carinhosa saudação e sucesso para todos os envolvidos.
Agradeço aos organizadores do evento e coletânea

cartaz_coletanea9.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diana Balis.



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Poesia Revista 2017, Convite
28Set2016 13:24:50
Publicado por: Diana Balis

13920771_10201948379186905_9152309040708538012_n.jpgConvite

Escritor e poeta

POESIA Revista. Veículo Cultural Poético Nacional e Internacional, feito por quem escreve poesias.

Poesia Revista 2017 vem aí!

Já escreveu?

A Poesia tema será sobre o Meio ambiente.

Você poeta é nosso convidado participe.

Venha ser Coautor e parceiro conosco.

Entre no site e leia o regulamento da publicação anual ou no grupo do Facebook.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfBLkCALc481_RfM3_aZOWIPdHemSyZ_SO3hJh89Svcrb_sYg/viewform?c=0&w=1site

Gladis DebleVanda Ferreira Bugra SararaEuclides JoseJosé Hilton RosaDina FrutuosoBeneditocarlos GonçalvesdelimaJefferson S. LimaBruno SilvaAna Paula SoeiroLaurimeri Oliveira AmaralAbilio FernandesMárcia SchweizerDenise MachadoRui de Carvalho Iolanda BrazãoSergio MoreiraSérgio CortêzGisele Sant Ana LemosAlex SartorelliRonalda TeixeiraKatia Pires ChagasRozelia Scheifler RasiaGilza SupertiWanderley Rebello FilhoGizza MachadoArlene RochaAndrigo MorgadoNilson KobayashiGabriela KobayashiElzio LealMarisa QueirozDalberto GomesPetronilha Alice MeirellesZaly BarbozaRonis Elson RuachJosé LourençoConcha RousiaNara OliveiraGiselle Farinhas
Marcia Duro Mello Tânia Mara Camargo são poetas que já estão conosco.

Gisele Lemos

Coordenação Geral



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Amor de vida
15Set2016 10:51:22
Publicado por: Diana Balis

570443.jpgAmor de vida

Diana Balis

Amor de cantigas

Agradam todos os meninos…

Flores coloridas na primavera

Espaço infinito ao calar tempestades de granitos

Cometa! Cruze o céu da esperança.

Lance os folguedos de festas juvenis.

Abrevie o tempo, dance e cante.

As corridas alargam, com o vento forte.

Nada abranda o calor do amor.

O assobio do pássaro pia no amanhecer,

Acordando mais um dia de amor,

Amor de vida.

 



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Sarau Café & Poesia Revista.
12Set2016 13:54:29
Publicado por: Diana Balis

14237719_1213125265375144_4679385467548149418_n.jpgSarau Café & Poesia Revista.

Encontro de Poetas e Artistas no Doces Lembranças, no Recreio dos Bandeirantes, RJ para o ÿSarau Poesia Revista. O grupo declamou, conversou sobre Teatro, Cinema e Literatura.

Poetas e Jornalistas presentes:

Márcia Schweizer, Denise Machado,(jornalistas),Ronis Elson Ruach, Valleska Cabral, Lenita Holtz, Rodrigo de Castro, Adriano Nascimento e eu. Anfitriäo Márcio, nos recebeu com um delicioso bolo de cenoura com cobertura de chocolate.

Entardecer
15Ago2016 15:34:45
Publicado por: Diana Balis

13901326_10201995646128549_8693555484604996590_n__1_.jpgEntardecer

O frio gela e a ventania nem perdoa a tarde 

Vai investir em rios poluídos jogados ao mar revolto 

Pernas que revelam risos soltos em gestos acrobáticos e atléticos 

Morenos velhos e cansados saem sem seus cães ao luar 

Vibra o torcedor no alcance do sentido de tantos engarrafamentos 

Brasil, Brasil, verde e amarelo, 

O varonil nem esta febril, só cede aos canibais...

Diana Balis, Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2016.

 

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Competir e Lutar
11Ago2016 15:09:13
Publicado por: Diana Balis

04110952_g.jpgCompetir e Lutar

O Rio continua lindo
A vista Chinesa esta repleta de incertos olhares
Trem de passagem, não leva nem trás alguém.
Turistas sejam bem vindos a sujeira olímpica.
E a grana que saiu de nossos bolsos, sumiu entre as obras, que mal findaram...
Sem medo de se alancar, alcance o seu título,
E enxergue a ponte que caiu, o mar que subiu, e o lixo que ainda boia na praia.
Nem briga, só grita! 
Os competidores já se alancam as eleições
Os cínicos representantes dessa maravilhosa ilha, onde guardam seus vinténs,
Amém, dizem todos.
Vista o amarelo, porque o verde já ruiu na lama da ganância de tolos
 
Rio de Janeiro, 11 de agosto, Diana Balis, desgosto.

Arte é
05Ago2016 11:21:54
Publicado por: Diana Balis

 arte_que_respiro_e_vivida_por_mim_nos_momentos_em_que_a_homenagem_vai_para_o_povo_brasileiro_e_gisele_lemos_frase_14372_94815.jpg

 

 

 

 

 

 

 



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