Ceifeira | 26Out2007 00:00:00
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Carrego no meu corpo
As dores da lavra,
De um pedaço de terra
Pesada,
Onde o meu arado se arrasta
Implora
Que o sol se deite
Sobre o sofrimento,
De umas mãos curvadas
Em forma de enxada
Das ervas daninhas,
Que arranco do meu pranto.
As sementes secaram
Na infertilidade
De um olhar que demanda
Um novo rebento
A perpetuidade
As dores da lavra,
De um pedaço de terra
Pesada,
Onde o meu arado se arrasta
Implora
Que o sol se deite
Sobre o sofrimento,
De umas mãos curvadas
Em forma de enxada
Das ervas daninhas,
Que arranco do meu pranto.
As sementes secaram
Na infertilidade
De um olhar que demanda
Um novo rebento
A perpetuidade













