Pusilanimidade | 22Set2007 00:00:00
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Sai sem rumo, sem árctico
Sufoquei as nódoas negras
A humilhação da tua cobardia
Sovavas-me sem regras
Quando me trancavas
No nosso quarto
Na mesma cama
Onde me deste tanto amor
Passei de amante a leviana
Sujeitei-me aos teus caprichos
Entre flores e violência
Calei anos amedrontada
Os desatinos da tua demência
Eras aquele senhor
Que tantos admiravam
O homem perfeito
Mas quando estavas comigo
A maldição consumia-te
Saciavas a sede do diabo













