DIA MUNDIAL DA CRIANÇA | 01Jun2007 00:00:00
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Neste dia com elevado sentido, seria perfeito se todas as crianças do mundo pudessem festejar em harmonia, a equidade de serem crianças.
Sou uma sonhadora nas encruzilhadas de falsas ilusões. A esperança que carrego todos os dias desvanece entre a realidade do ostracismo que se esconde em molhos de hipocrisia e o poder dos senhores que fingem a dura realidade em palavras e lamentos, fingindo piedade em prol ?das coitadinhas?.
Vejo meninos a pedir socorro todos os dias, que nem sequer sabem o que é ser criança.
Nunca frequentaram uma escola, as cores dos lápis coloridos para eles são todas negras. Nasceram para servir a escravatura, partindo cascalho de sol a sol em troca de um pouco de comida.
Noutras colocam-lhes nas mãos armas, ensinando-lhes a matar destemidamente!
Estas só reconhecem o som das rajadas e a cor do sangue da violência.
- Somos crianças, por favor libertem-nos, deixem-nos brincar, ir à escola.
- Por favor ajudem-nos, deixem-nos sonhar!
Enquanto estes gritos soam, a surdez vai alimentando os bolsos das cimeiras da luxúria de quem persiste em não ouvir.
Ouçam a voz destas crianças que tanto precisam de nós, elas carregam no rosto a inocência de um sofrimento sempre presente.
Sou uma sonhadora nas encruzilhadas de falsas ilusões. A esperança que carrego todos os dias desvanece entre a realidade do ostracismo que se esconde em molhos de hipocrisia e o poder dos senhores que fingem a dura realidade em palavras e lamentos, fingindo piedade em prol ?das coitadinhas?.
Vejo meninos a pedir socorro todos os dias, que nem sequer sabem o que é ser criança.
Nunca frequentaram uma escola, as cores dos lápis coloridos para eles são todas negras. Nasceram para servir a escravatura, partindo cascalho de sol a sol em troca de um pouco de comida.
Noutras colocam-lhes nas mãos armas, ensinando-lhes a matar destemidamente!
Estas só reconhecem o som das rajadas e a cor do sangue da violência.
- Somos crianças, por favor libertem-nos, deixem-nos brincar, ir à escola.
- Por favor ajudem-nos, deixem-nos sonhar!
Enquanto estes gritos soam, a surdez vai alimentando os bolsos das cimeiras da luxúria de quem persiste em não ouvir.
Ouçam a voz destas crianças que tanto precisam de nós, elas carregam no rosto a inocência de um sofrimento sempre presente.













