Onde estás meu filho? | 29Mai2007 00:00:00
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Desde que te tiraram de mim, sinto o sangue do meu ventre gotejar nas lágrimas que já não consigo chorar.
Todas as noites, abro a tua cama, com a esperança que te irei lá encontrar, quando amanhecer.
Já se passaram anos e todos os dias espreito em cada cantinho o teu rosto, o teu sorriso, quando corrias para mim e volvíamos de alegria em abraços, afagos de amor.
Onde estás meu filho?
Que te fizeram?
Já te confundo com as sombras, esculpidas nas paredes desertas onde me agarro no desalento de não te encontrar.
Agarro-me à tua fotografia e pergunto a quem passa:
- Este é o meu filho, digam-me por favor, alguém sabe quem o levou?
Sinto-me a morrer aos poucos, levaram-me tudo o que eu tinha, a vida que gerei.
Malditos, malditos!
Já me chamam de enlouquecida mas só descansarei quando te encontrar, não deixarei jamais de gritar pelo teu nome meu querido menino.
Nunca deixarei de procurar!
Homenagem a todas as crianças desaparecidas.
Todas as noites, abro a tua cama, com a esperança que te irei lá encontrar, quando amanhecer.
Já se passaram anos e todos os dias espreito em cada cantinho o teu rosto, o teu sorriso, quando corrias para mim e volvíamos de alegria em abraços, afagos de amor.
Onde estás meu filho?
Que te fizeram?
Já te confundo com as sombras, esculpidas nas paredes desertas onde me agarro no desalento de não te encontrar.
Agarro-me à tua fotografia e pergunto a quem passa:
- Este é o meu filho, digam-me por favor, alguém sabe quem o levou?
Sinto-me a morrer aos poucos, levaram-me tudo o que eu tinha, a vida que gerei.
Malditos, malditos!
Já me chamam de enlouquecida mas só descansarei quando te encontrar, não deixarei jamais de gritar pelo teu nome meu querido menino.
Nunca deixarei de procurar!
Homenagem a todas as crianças desaparecidas.
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