Mulher | 22Fev2007 00:00:00
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Quando me olho ao espelho
Vejo o meu corpo de mulher,
Tão frágil e subtil
Dispo-me da beleza
Cobro-me de inocência,
Quero voltar a nascer
Quero sentir de novo a fecundação
Ignorar o preconceito,
Voltar a ser um pouco de vida
No teu ventre de mulher
Ganhar a mesma forma
Delicada, ternurenta
Do teu seio que me amamenta
Na forma mais sedenta
O meu corpo é o teu corpo
Aquele que quis ter
Orgulhosamente
Nasci mulher!
Vejo o meu corpo de mulher,
Tão frágil e subtil
Dispo-me da beleza
Cobro-me de inocência,
Quero voltar a nascer
Quero sentir de novo a fecundação
Ignorar o preconceito,
Voltar a ser um pouco de vida
No teu ventre de mulher
Ganhar a mesma forma
Delicada, ternurenta
Do teu seio que me amamenta
Na forma mais sedenta
O meu corpo é o teu corpo
Aquele que quis ter
Orgulhosamente
Nasci mulher!













