Sentidamente sentido | 07Fev2007 00:00:00


Incrédula, surrealista
Este mar de gente
Que pensa que sabe o que sente
E não sente o que sabe
Por não saber sentir
Por não saber urgir
Do inócuo, do vazio
Os sentimentos são sábios
Não são pérolas nem fardos
Não são recantos atulhados
São lembranças do passado
Sentidos do presente
Que nos usam sem querer
Nos fere
Porque não sabemos sequer
O que realmente
Nos faz sofrer
Choramos o que não sentimos
Para sentir
As lágrimas que não choramos


Partilhar: del.icio.us:sentidamente-sentido newsvine:sentidamente-sentidoblinklist:sentidamente-sentidofurl:http://lusopoemas.blogtok.com/blog/9756/reddit:sentidamente-sentidoY!:sentidamente-sentidosapo:sentidamente-sentidorec6:sentidamente-sentidodomelhor:sentidamente-sentidolinkk:sentidamente-sentidoouvidizer:sentidamente-sentido

Inicie sessão antes de comentar
Painel controlo
  • Email:
  • Palavra-passe:
  • Lembrar dados
  • Ir administração


Torna-te membro

Email:
Últimas Photum
Autores
A Cor da Poesia
Amar e Viver
Anabela Braga
Cometa
Conceição Bernardino
Desequilibrio
Diana Balis
Ensaios poéticos
Euclides Cavaco
Helen de Rose
Ibernise
O Ser do Ente
Palavras Soltas
Paloma SteLLa
Paulo Afonso
Pedras Rubras
Pedro Lopes
Poesinel Niel
Poeticamente
Ricky Bar
Rodinha 26
Talia
Valdevino
Writer
Lar Doce Lar
Luso-Entrevistas
Luso-Comunidades


lusoblogmini.jpg

lusohi5mini.jpg

lusomsnmini.jpg

lusoorkutmini.jpg



Site Oficial
Luso-Poemas - Poemas de amor, cartas e pensamentos
Estatísticas
Visitas (Acum./mês)
32 / 30
 
Visualizações (Acum./mês)
3904 / 3760