Extrema unção | 29Fev2008 01:46:00

Escrito por: Edi

Amo.

Porque ao coração apunhalado,

Em ferida aberta,

Não existe o imperdoável.

Meu amor se apóia na injúria

E no desprezo atroz

Para sustentar a graça inextinguível

Da esperança.

Amo.

Porque ao coração flagelado,

Em chaga viva,

Não vinga a bruta pena do esquecimento.

Meu amor, envolto em vida e verdade,

Me concede a glória dos poetas,

A perseverança dos sábios,

A compreensão dos santos

E a certeza dos convictos.

Amo.

Porque ao coração lacerado

Por tão divina dor

Não existe analgesia,

Todo o momento é o derradeiro

E nem mesmo a morte silencia.

Edi
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Eterno amor (I) | 29Fev2008 01:38:00

Escrito por: Edi

Juntos estaremos

Quando à nossa porta

O tempo bater, intransigente.

Estaremos um no outro alicerçados

Quando nos cair noite infinita

E juntos dormiremos...

Sim, seremos puros ainda

E entrelaçados morreremos.

Dançaremos nas estrelas,

Nus como anjos,

Cantando à morte e à felicidade

E na escuridão do paraíso nos amaremos,

Assombrando a eternidade.

Edi
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Anjo... | 29Fev2008 01:31:00

Escrito por: Edi

Aconteceu em uma noite doce,

Meu coração não esquece:

Deparei-me atordoada

Com tua imagem etérea

E não eras sonho.

Anjo encarnado em poeta,

A ti abri a porta

E encheste de aves risonhas

A imensidão do meu céu.

Nobre e sábio,

De puros anseios,

De ternas palavras,

Tuas brancas asas

Põem suavidades de nuvens

No que quer que toquem.

Que venhas sempre, anjo,

Inda que debilitado,

Lânguido, abatido,

Extenuado ou fraco,

Inundar de inefável poesia

Minha meia-noite.

E ocuparemos, nós dois,

O mesmo lugar no espaço.

E seremos, anjo,

Na noite escura,

Um só relevo...


Edi


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ÁRVORES... * | 28Fev2008 23:55:00

Escrito por: Ibernise

ÁRVORES... *

Ando cantando nos galhos de minha árvore,
Numa dança de movimentos ágeis,
Numa felicidade infantil...

Sinto a leve brisa atravessar
A folhagem e tocar meu rosto,
Se espalhando em meu corpo,
Leve e solto,
Nesta carícia, deliro...

Sopro tépido que me envolve
A alma e me acalma... Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (152)

| 28Fev2008 00:00:00

Escrito por:

Café

Quando a "bateria" descarrega,
Quando apetece conversar com um amigo,
Quando as ideias se começam a enovelar umas nas outras,
Quando o frio lá fora convida a ficar dentro,

Se quero permanecer no Café a observar a vida,
Se pretendo mergulhar numa leitura sossegada,
Se a esplanada junto ao mar convida,

Ao passar e sentir "aquele" aroma irresistível...

Nada melhor que um cafezinho,
Quentinho, amarguinho e bem forte!

Vai um...? Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (18)

| 28Fev2008 00:00:00

Escrito por:

Café

Quando a "bateria" descarrega,
Quando apetece conversar com um amigo,
Quando as ideias se começam a enovelar umas nas outras,
Quando o frio lá fora convida a ficar dentro,

Se quero permanecer no Café a observar a vida,
Se pretendo mergulhar numa leitura sossegada,
Se a esplanada junto ao mar convida,

Ao passar e sentir "aquele" aroma irresistível...

Nada melhor que um cafezinho,
Quentinho, amarguinho e bem forte!

Vai um...? Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (19)

| 26Fev2008 00:00:00

Escrito por:


Um grande amigo (obrigada, Pe. David!!!) enviou-me ...e não resisto a partilhar:

O que é o Amor? (opinião das crianças)

Se repararmos bem as respostas têm algum sentido.....Experimentem os que têm pequeninos e façam-lhes a mesma pergunta:
O QUE É O AMOR?Esta foi a pergunta feita a um grupo de crianças de 4 a 9anos,durante uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia. Emocione-se e divirta-se com as respostas!*
"Amor é quando alguém te magoa, e tu, mesmo muito magoado, não gritas, porque sabes que isso fere os sentimentos da outra pessoa." Mateus, 6 anos.* "Quando minha avó ficou com artrite, e deixou de poder dobrar-se para pintar as unhas dos pés, o meu avô passou a pintar as unhas dela, apesar de ele também ter muita artrite." Rebeca, 8 anos.* "Amor é quando uma menina põe perfume e o menino põe loção pós-barba, depois saem juntos e se cheiram um ao outro." Carlos, 5 anos.*
"Eu sei que minha irmã mais velha me ama porque ela dá-me todas as roupas velhas e tem que sair para comprar outras." Laura, 4 anos.*
"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, apesar de se conhecerem há muito tempo." António, 6 anos*
"Quando alguém te ama, a forma de dizer o teu nome é diferente..." Tiago, 4 anos.*
"Amor é quando tu sais para comer e ofereces as tuas batatinhas fritas sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela." Cristina, 6 anos.*

"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter certeza que está ao gosto dele." Daniel, 6 anos.*

"Se queres aprender a amar melhor, deves começar com um amigo de quem não gostas." Andreia, 6 anos.*

"Amor é quando a nossa mãe vê o nosso pai chegar suado e mal cheiroso, e ainda diz que ele é bonito!" Cristiano, 8 anos.*
"Quando amas alguém, os teus olhos sobem e descem, e pequenas estrelas saem de ti!" Carla, 7 anos.*
"Amor é quando o teu cão te lambe a cara, mesmo depois de o teres deixado sozinho o dia inteiro." Mariana, 4 anos.É preciso dizer mais? Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (13)

| 26Fev2008 00:00:00

Escrito por:


Um grande amigo (obrigada, Pe. David!!!) enviou-me ...e não resisto a partilhar:

O que é o Amor? (opinião das crianças)

Se repararmos bem as respostas têm algum sentido.....Experimentem os que têm pequeninos e façam-lhes a mesma pergunta:
O QUE É O AMOR?Esta foi a pergunta feita a um grupo de crianças de 4 a 9anos,durante uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia. Emocione-se e divirta-se com as respostas!*
"Amor é quando alguém te magoa, e tu, mesmo muito magoado, não gritas, porque sabes que isso fere os sentimentos da outra pessoa." Mateus, 6 anos.* "Quando minha avó ficou com artrite, e deixou de poder dobrar-se para pintar as unhas dos pés, o meu avô passou a pintar as unhas dela, apesar de ele também ter muita artrite." Rebeca, 8 anos.* "Amor é quando uma menina põe perfume e o menino põe loção pós-barba, depois saem juntos e se cheiram um ao outro." Carlos, 5 anos.*
"Eu sei que minha irmã mais velha me ama porque ela dá-me todas as roupas velhas e tem que sair para comprar outras." Laura, 4 anos.*
"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, apesar de se conhecerem há muito tempo." António, 6 anos*
"Quando alguém te ama, a forma de dizer o teu nome é diferente..." Tiago, 4 anos.*
"Amor é quando tu sais para comer e ofereces as tuas batatinhas fritas sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela." Cristina, 6 anos.*

"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter certeza que está ao gosto dele." Daniel, 6 anos.*

"Se queres aprender a amar melhor, deves começar com um amigo de quem não gostas." Andreia, 6 anos.*

"Amor é quando a nossa mãe vê o nosso pai chegar suado e mal cheiroso, e ainda diz que ele é bonito!" Cristiano, 8 anos.*
"Quando amas alguém, os teus olhos sobem e descem, e pequenas estrelas saem de ti!" Carla, 7 anos.*
"Amor é quando o teu cão te lambe a cara, mesmo depois de o teres deixado sozinho o dia inteiro." Mariana, 4 anos.É preciso dizer mais? Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (15)

O Poço do Amor | 25Fev2008 00:00:00

Escrito por:



Jesus tinha um jeito todo especial de aproximar-se das pessoas. Na página do Evangelho da samaritana, ele chega cansado ao poço de Jacó e pede à mulher água para beber. Nada de mais simples e comum, principalmente no calor do meio dia. Jesus estava com sede. Também na cruz Jesus disse que tinha sede, mas, naquela hora, deram-lhe apenas vinagre, ninguém podia lhe dar água.
Jesus está cansado de andar pelas aldeias, cansado de oferecer a boa notícia do Evangelho; nem sempre é acolhido, porém não desiste. Mais do que sede de água, ele continua com a sede de oferecer-se aos homens. É assim que começa o diálogo com a samaritana. Jesus não finge ter sede para puxar conversa com ela. Ele quer que, em troca da água do poço - que a mulher pode lhe dar - seja ela, na realidade, a pedir-lhe uma outra água. A água que somente Jesus pode dar, a qual ele mesmo chama de água viva. Aquele homem, tão diferente, oferece algo inesperado àquela pobre mulher, rejeitada pelos maridos e ferida no amor: uma água capaz de tirar toda sede e que, por sua vez, transforma-se em fonte que jorra para a vida eterna.
Essas palavras são misteriosas para quem nunca encontrou Jesus de verdade, todavia são palavras transformadoras para quem o conhece, ao menos um pouco. O que acontece a quem pede e aceita de Jesus a água da vida? Começa a ver as coisas e as pessoas como ele mesmo as via. Começa a acreditar numa vida nova, feita de amor e de doação, acima da satisfação das próprias necessidades e do próprio orgulho. Essa fonte de amor nunca se esgota, sempre sai em busca do Amado e o reconhece em todos aqueles que precisam de amor.
A mulher, mal-amada, encontrou o segredo do amor que não tem fim. Por que, mais do que implorá-lo dos outros, ela mesma pode oferecê-lo. Quando só recebemos o amor, ele acaba em nós. Se não é repassado, morre. O amor doado se multiplica, porque quem o reconhece, aprende a amar e quer amar também. A fonte do bem, da vida doada, da generosidade, nunca seca. Jorra com mais força ainda. Quem sabe amar passa a ser uma fonte de amor.
O que nos falta para acreditar nisso? Por que estamos com tanto medo de doar amor àqueles que encontramos pelos caminhos da vida? A vida não ficaria mais alegre e risonha para todos? Entendo que quem não gosta de Jesus ou mesmo o considera somente um mestre de sabedoria possa desconfiar de tamanha novidade, mas nós que nos chamamos de cristãos, quando vamos aprender a amar como Jesus amou?
Para puxar a água do amor do poço do nosso coração não precisa balde. É suficiente a nossa vontade. É suficiente deixar que o coração de pedra se transforme em coração de carne, cheio de bons sentimentos. Cruel é a indiferença, bondosa a compaixão. Fria a insensibilidade, alegre a solidariedade. Covarde o egoísmo, desprendido o amor. Triste a solidão, amiga a fraternidade.
Precisamos todos, e muito, pedir a Jesus a água viva do seu amor. Reaprender com ele a conversar com todos, a ouvir a todos, a prestar atenção a todos. Mais ainda aos pequenos e aos esquecidos. Muitos, talvez, já acreditaram nisso, quando crianças, quando eram mais novos. Ficaram frustrados. O amor que ofereciam foi sugado e nada receberam em troca. Talvez salvaram as aparências, porém decidiram não amar mais ninguém de verdade. Tudo por medo de se machucar de novo. Eles mesmos secaram o seu poço.
Escolher a vida é doar sempre de novo o amor. É recomeçar com uma palavra, um sorriso, um abraço. Depois virá algo mais. Com certeza ficará a alegria de ter feito a vida mais bonita. Ficará a sede de querer amar mais. Seremos novamente fontes borbulhantes, como Jesus. Do seu lado aberto, na cruz, ainda saiu sangue e água.
*Dom Pedro José Conti, 58, bispo de Macapá (AP)
Site Official da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - Todos os direitos reservados.

O Poço do Amor - Dom Pedro José Conti* - Fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?op=pagina&chaveid=010c0000157

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Jesus em Nazaré | 25Fev2008 00:00:00

Escrito por:



Lc 4,24-30

E continuou: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. Eu digo a vocês que, de fato, havia muitas viúvas em Israel no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e meio, e houve uma grande fome em toda aquela terra. Porém Deus não enviou Elias a nenhuma das viúvas que viviam em Israel, mas somente a uma viúva que morava em Sarepta, perto de Sidom. Havia também muitos leprosos em Israel no tempo do profeta Eliseu, mas nenhum deles foi curado. Só Naamã, o sírio, foi curado. Quando ouviram isso, todos os que estavam na sinagoga ficaram com muita raiva. Então se levantaram, arrastaram Jesus para fora da cidade e o levaram até o alto do monte onde a cidade estava construída, para o jogar dali abaixo. Mas ele passou pelo meio da multidão e foi embora.


Paulinas Online - Evangelho do Dia (25-02-2008)
Site: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (14)

O Poço do Amor | 25Fev2008 00:00:00

Escrito por:



Jesus tinha um jeito todo especial de aproximar-se das pessoas. Na página do Evangelho da samaritana, ele chega cansado ao poço de Jacó e pede à mulher água para beber. Nada de mais simples e comum, principalmente no calor do meio dia. Jesus estava com sede. Também na cruz Jesus disse que tinha sede, mas, naquela hora, deram-lhe apenas vinagre, ninguém podia lhe dar água.
Jesus está cansado de andar pelas aldeias, cansado de oferecer a boa notícia do Evangelho; nem sempre é acolhido, porém não desiste. Mais do que sede de água, ele continua com a sede de oferecer-se aos homens. É assim que começa o diálogo com a samaritana. Jesus não finge ter sede para puxar conversa com ela. Ele quer que, em troca da água do poço - que a mulher pode lhe dar - seja ela, na realidade, a pedir-lhe uma outra água. A água que somente Jesus pode dar, a qual ele mesmo chama de água viva. Aquele homem, tão diferente, oferece algo inesperado àquela pobre mulher, rejeitada pelos maridos e ferida no amor: uma água capaz de tirar toda sede e que, por sua vez, transforma-se em fonte que jorra para a vida eterna.
Essas palavras são misteriosas para quem nunca encontrou Jesus de verdade, todavia são palavras transformadoras para quem o conhece, ao menos um pouco. O que acontece a quem pede e aceita de Jesus a água da vida? Começa a ver as coisas e as pessoas como ele mesmo as via. Começa a acreditar numa vida nova, feita de amor e de doação, acima da satisfação das próprias necessidades e do próprio orgulho. Essa fonte de amor nunca se esgota, sempre sai em busca do Amado e o reconhece em todos aqueles que precisam de amor.
A mulher, mal-amada, encontrou o segredo do amor que não tem fim. Por que, mais do que implorá-lo dos outros, ela mesma pode oferecê-lo. Quando só recebemos o amor, ele acaba em nós. Se não é repassado, morre. O amor doado se multiplica, porque quem o reconhece, aprende a amar e quer amar também. A fonte do bem, da vida doada, da generosidade, nunca seca. Jorra com mais força ainda. Quem sabe amar passa a ser uma fonte de amor.
O que nos falta para acreditar nisso? Por que estamos com tanto medo de doar amor àqueles que encontramos pelos caminhos da vida? A vida não ficaria mais alegre e risonha para todos? Entendo que quem não gosta de Jesus ou mesmo o considera somente um mestre de sabedoria possa desconfiar de tamanha novidade, mas nós que nos chamamos de cristãos, quando vamos aprender a amar como Jesus amou?
Para puxar a água do amor do poço do nosso coração não precisa balde. É suficiente a nossa vontade. É suficiente deixar que o coração de pedra se transforme em coração de carne, cheio de bons sentimentos. Cruel é a indiferença, bondosa a compaixão. Fria a insensibilidade, alegre a solidariedade. Covarde o egoísmo, desprendido o amor. Triste a solidão, amiga a fraternidade.
Precisamos todos, e muito, pedir a Jesus a água viva do seu amor. Reaprender com ele a conversar com todos, a ouvir a todos, a prestar atenção a todos. Mais ainda aos pequenos e aos esquecidos. Muitos, talvez, já acreditaram nisso, quando crianças, quando eram mais novos. Ficaram frustrados. O amor que ofereciam foi sugado e nada receberam em troca. Talvez salvaram as aparências, porém decidiram não amar mais ninguém de verdade. Tudo por medo de se machucar de novo. Eles mesmos secaram o seu poço.
Escolher a vida é doar sempre de novo o amor. É recomeçar com uma palavra, um sorriso, um abraço. Depois virá algo mais. Com certeza ficará a alegria de ter feito a vida mais bonita. Ficará a sede de querer amar mais. Seremos novamente fontes borbulhantes, como Jesus. Do seu lado aberto, na cruz, ainda saiu sangue e água.
*Dom Pedro José Conti, 58, bispo de Macapá (AP)
Site Official da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - Todos os direitos reservados.

O Poço do Amor - Dom Pedro José Conti* - Fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?op=pagina&chaveid=010c0000157

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Jesus em Nazaré | 25Fev2008 00:00:00

Escrito por:



Lc 4,24-30

E continuou: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra. Eu digo a vocês que, de fato, havia muitas viúvas em Israel no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e meio, e houve uma grande fome em toda aquela terra. Porém Deus não enviou Elias a nenhuma das viúvas que viviam em Israel, mas somente a uma viúva que morava em Sarepta, perto de Sidom. Havia também muitos leprosos em Israel no tempo do profeta Eliseu, mas nenhum deles foi curado. Só Naamã, o sírio, foi curado. Quando ouviram isso, todos os que estavam na sinagoga ficaram com muita raiva. Então se levantaram, arrastaram Jesus para fora da cidade e o levaram até o alto do monte onde a cidade estava construída, para o jogar dali abaixo. Mas ele passou pelo meio da multidão e foi embora.


Paulinas Online - Evangelho do Dia (25-02-2008)
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Dignidade | 18Fev2008 20:26:00

Escrito por: Edi

Por ti definho, murcho,

Ardo em saudade,

Em dor que não cessa.

Busco teus sinais

Na escuridão que me envolve,

Na luz que não vejo,

Na voz que não ouço

E penso a morte...

Vejo-te por um momento breve

E me escapa um oi quase mudo

Quando o que eu queria era ignorar-te.

Por ti calo em mim

O brio que não tenho,

O orgulho que me humilha,

A palavra que me enclausura

Dentro do nada.

Por ti fecho os meus olhos cansados

E presto-me a mais uma noite insone,

Onde beberei o veneno do amor próprio

E a angústia da dignidade.

Edi

Ler mais | Comentários (1) | Visualizações (306)

Vida, vida... | 18Fev2008 20:16:00

Escrito por: Edi

Doce vida que me passa,

Não posso ter-te por inteiro,

É desilusão que me abraça.


Tenho em mim coração primeiro

De anseio, medo, insegurança,

Conteúdo talvez o derradeiro.


Vejo-te e sonho esperança,

Presa eterna de falso amor

Tenho fel só, na lembrança.


Turva a vista a minha dor,

Nada há que possa ver

Senão do passado o amargor.


Como vida, a ti viver

Se longe de mim o amar

E perto, em verbo, o sofrer?


Morro há tempos sem chorar,

Vitimada por negra ilusão

Que te impede de viçar.


Retenho de ti a escuridão,

Pobre alma minha, anormal,

Branco fantasma da solidão.


Minha boca te prova o sal,

É o mel que tens para mim.

Justo prêmio, o saldo, esse mal.


Doce vida, onde teu fim?

Onde me abraçará a morte?

Em que lábio mora teu sim?


Tanto não em minha sorte!

Tanto sangue meu derramado!

Tão profundo, vida, teu corte!


És poema meu, malogrado.

Que conta mudo uma história,

Uma vida, um passado...


Edi

Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (236)

Meu corpo sem o teu | 18Fev2008 20:02:00

Escrito por: Edi

Meu corpo sem o teu

É um resíduo de alma,

Descolorido, imanifesto, assexuado.

É simulação de sobrevivência,

Um estouvamento,

Um desperdício de ar, respirar sem ti...

Meu corpo sem o teu

É aderência cega à vida,

Ao mundo, à beleza alada da existência.

Um despropósito lívido, vaidoso e oco.

É um espécime abundante do nada,

Embriagado de razões,

De parênteses, de interrogações.

Nivelado à linha da nossa história, deplorado.

Contido por amarras da memória,

Depois de mal acompanhado, só!

Toda a graça, meu corpo sem o teu,

É uma farsa!

Edi

Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (225)

FILOSOFAR | 15Fev2008 18:09:00

Escrito por:

O FILÓSOFO ESCONDIDO
NA DANÇA DO SEU ESTAR
ABRE A BOCARRA E VOMITA
OS ÍDOLOS DO SEU PRAZER
VISCOSAMENTE).

...E NAS BORRAS DO QUE É DITO,
NESTE ETERNO JOGO DA PALAVRA
RESSACAM-SE GARGANTAS ,
REPETIÇÕES.

OS FILÓSOFOS SÃO POETAS ADORMECIDOS,
QUE SONAMBULANDO AMBULANTES E SÓS,
JAMAIS SE ESQUECEM QUE ESTÃO ESQUECIDOS
SOFRENDO POR SI Ler mais | Comentários (1) | Visualizações (556)

FILOSOFOS | 15Fev2008 17:56:00

Escrito por:

III PARTE
RATIO / SAPIENTIA
...................................................................................................


HOMENS,
DOENTES ENTES
ROCHEDOS DO MAR.

GOELAS ENCHARCADAS PELOS HÁLITOS
DE VINHOS SUAVES E EXTASIANTES...
OS FILÓSOFOS SÃO HOMENS BÊBADOS,
PARIDOS NO ALCOOL
QUE NESTE ESTAR PERMANENTE
PERMANECE...

EM ÁCIDOS RUBROS DOS TIN Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (569)

A SOLIDÃO DAS MULHERES POETAS | 15Fev2008 15:29:00

Escrito por: sandrafonseca7@hotmail.com

Eu

Faço versos

Como quem ora, Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (529)

NUMA PALAVRA | 15Fev2008 15:26:00

Escrito por: sandrafonseca7@hotmail.com

A alma,

Invisível, se revela,

Quando alinho-a

Paralela, Ler mais | Comentários (0) | Visualizações (361)


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