IGNARA - Guerra Colonial - 16Abr2008
Uma produção:
TEATROMOSCA
A não perder... Uma vez que perder já muito perdemos nós.... Todos!!
IGNARA - GUERRA COLONIAL
Ciclo de três apresentações preparatórias e um espectáculo final subordinado ao tema «Guerra Colonial».
IGNARA constitui-se, formalmente, como um fórum de encontro de diversos parceiros, comprometidos com a pesquisa, análise, discussão, criação e apresentação de conteúdos artísticos afins ao tema aduzido.
Colhendo de Piscator, Brecht ou Kaufman, alguns dos princípios que enformaram o chamado teatro-documento (ideologias político-partidárias à parte), pretende, o teatromosca, com IGNARA, relançar, na opinião pública, o debate em torno deste tema seminal que tão pouca atenção vem merecendo da comunidade artística nacional.
PONTO DE PARTIDA
A Guerra Colonial portuguesa é, hoje, 34 anos depois da Revolução de Abril que lhe pôs termo, um tema enguiçado.
Historiadores, sociólogos, ensaístas, professores universitários, jornalistas, ex-combatentes, filhos de ex-combatentes são unânimes em considerar que, por diversos factores- entre os quais a paupérrima edição de estudos de história colonial portuguesa, a insipiência dos programas curriculares escolares, ou a simples ausência de mediatização do tema (salvo raríssimas excepções)-, a memória colectiva desse conflito dissolveu-se, depois de Abril, nas brumas de um esquecimento inadmissível.
Ps: Para mais informações consultar o link:
http://teatromosca.com.sapo.pt/teatromosca_IGNARA.html
Fonte: http://luso-poemas.blogspot.com/2008/04/ignara-guerra-colonial.html
MORTE NA ESCOLA - 16Mar2008

À MEMÓRIA DE JOÃO RUI BARATA ANICETO
Chamava-se João e tinha um sorriso fantástico.
Era o filho de sonho para qualquer pai e mãe.
Era o estudante que todos os professores sonham ter, pela inteligência e pelo primor das suas atitudes e comportamentos.
Era o melhor amigo de Todos.
Um apaixonado pela música.
Um jovem bem formado, educado e reflexo dos valores irrepreensíveis transmitidos pelos pais.
Estava na última aula de educação física do período, alegre e divertido, como sempre o conheci e disse à professora: ?Estou mal disposto Professora?E caiu.
O que se seguiu eleva ao expoente máximo a luta contra o desespero.
Eleva ao mais alto sentimento de impotência o darmos tudo de nós e sentimos que a vida se esvai aos poucos a cada minuto que passa.
Passam-se 30 minutos e o socorro não chega e o desespero aumenta.
Tentamos em vão a reanimação cardíaca, sempre, sempre sem parar até à exaustão,
A escola pára.
O desespero e angústia cresce e cresce.
E a vida perece.
Chamava-se João.
Partiu ontem e com ele leva a dor das centenas de colegas e professores;
Uma escola que chora esta morte.
O Montijo está de luto.Mergulhado na dor.
Numa mágoa sem igual.
Com a revolta de jamais compreendermos a razão pela qual o INEM demorou 30 minutos (TRINTA MINUTOS!!!!!!) para accionar o socorro quando o CODU (centro operacional de doentes urgentes) sabia que estava um jovem de 14 anos em paragem cardiorrespiratória?
E pior!Hoje vem o INEM a público reconhecer a demora porque ontem, dia 13 de Março, receberam muitas chamadas?
E assim se foi uma Vida!!!
Chamava-se João e partiu.
Estás nos nossos corações meu querido.
Descansa em paz meu Anjo.
(Montijo, 14 de Março de 2008)
Fonte: http://luso-poemas.blogspot.com/2008/03/morte-na-escola.html
Livro Negro dos Vampiros - 11Mar2008

O Livro Negro dos Vampiros é o mais recente lançamento da Andross Editora. Liz Marins, Octavio Cariello, Helena Gomes, Kizzy Ysatis e Bruno Miguel Resende são alguns dos autores que apresentam o seu olhar sobre um dos mitos mais populares da história.
Em todas as culturas, desde a noite dos tempos, existiu algum tipo de vampiro, mas somente a partir do século XVIII o mito adquiriu certa notoriedade na sociedade ocidental ao entrar em contacto com a literatura. Seu arquétipo, como conhecemos hoje, foi sendo construído através do século XIX pelas mãos de diversos escritores.
Mas foi o irlandês Bram Stoker, em 1897, quem compilou todas as experiências literárias anteriores e as misturou com um obscuro personagem histórico, o príncipe Vlad Draculea, da Valáquia. Assim nasceu o romance Drácula, que influenciou tudo o que foi produzido posteriormente sobre vampiros, definindo o mito tal qual o conhecemos hoje.
Drácula, e os outros vampiros de modo geral, são criaturas sedutoras, mesmo quando se apresentam na figura esquálida de Nosferatu, imortalizado no cinema pelo actor Max Schreck no auge no cinema expressionista. Encantam não só os incautos personagens que cruzam os seus caminhos ? em livros, filmes, músicas, banda desenhada, jogos de RPG e em todas as formas de comunicação conhecida ?, mas também o público, sempre ávido por novos sustos.
Os amantes do género ganham um prato cheio para saciar sua sede de sangue: O Livro Negro dos Vampiros (Andross Editora, 288 páginas).
A obra reúne 53 contos de novos autores, selecionados criteriosamente, e também de alguns escritores do género exclusivamente convidados para encabeçarem a obra e darem boas-vindas aos estreantes.
A actriz, escritora e cineasta Liz Marins, criadora da personagem Liz Vamp e do Dia dos Vampiros; Octavio Cariello, professor de roteiro e desenho da Quanta Academia e desenhista da versão para os quadrinhos de A Rainha dos Condenados, de Anne Rice; e Kizzy Ysatis, um dos maiores nomes da literatura fantástica brasileira da actualidade, autor do premiado Clube dos Imortais ? A Nova Quimera dos Vampiros, são alguns deles. Ysatis, inclusivé, empresta todo o seu conhecimento sobre o assunto no prefácio de ?O Livro Negro dos Vampiros?.
A organização é do escritor Claudio Brites, que analisou pouco mais de 300 contos durante oito meses para chegar aos 53 seleccionados.

Participação de Bruno Miguel Resende com o conto ?Garuda?.
Título: Livro Negro dos Vampiros
Editora: Andross
Data: 2007
Preço: 14,00 Euros
Para comprar contactar o email: brunoresende@portugalmail.com
Fonte: http://luso-poemas.blogspot.com/2008/03/livro-negro-dos-vampiros.html
Meu Bem - 18Fev2008
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Foi a tua primeira vez
Num mundo impreciso, desconhecido
AÃ te achaste perdida e achada
Sentimento de abandono, tristeza
“Que faço eu com esta vida?
Meu mundo perfeito, onda pára?
Onde estão os meus aconchegos?
De repente tomas consciência
Tens a vida pela frente
Mas tão vazia de gente.
É um mundo a consertar
Tudo é esquisito, diferente
Um nascimento novo a acontecer
Com um choro bem diferente
E sentes-te só, muito só
Frágil, muito frágil
Com lágrimas reféns
Obstinada a vencer
Agarras forças que não tens
E sentes poder ser alguém
Quanta dor,
Quanta solidão
Quanto sofrimento
Quanta tristeza
Nesse teu olhar de maçã?
Sei-o bem.
(Meu bem, quem quer ir além
A dor por companhia tem)
19/2/08
Fonte: http://luso-poemas.blogspot.com/2008/02/meu-bem.html
Jornal de Notícias-09-02-2008 - 10Fev2008
Mário Margaride (Gilberto)Fonte: http://luso-poemas.blogspot.com/2008/02/jornal-de-notcias-09-02-2008.html
Sonhos inacabados - 10Fev2008
Viajo para dentro de mim aqui sentadoPor recordações torpes de outros tempos
Distantes memórias de sonhos inacabados
Eras longínquas para lá do céu estrelado
Parto pela escuridão contigo ao meu lado
Entre o frio da noite e o terno calor da "paixão"
Numa busca do que só de mim foi renegado
Avançamos ao som da sempre mesma canção
Sigo pelos trilhos do incerto os teus passos
Envolto em maresia que me encobre do medo
Tenebroso nevoeiro de meu só triste degredo
Suave exílio da certeza vã de teus abraços
Divago na fantasia composta em terraços
Sob o luar descrente da lua nunca ausente
Na escuridão que encobre os meus fracassos
Esse futuro fingido de um passado...
sempre presente
A visitar: http://palavras-ao-ocaso.blogspot.com
Fonte: http://luso-poemas.blogspot.com/2008/02/sonhos-inacabados.html
JORNAL DESTAK-14-01-2008 - 16Jan2008

Fonte: http://luso-poemas.blogspot.com/2008/01/jornal-destak-14-01-2008.html



