TEMPO DE MUDAR -
MUDEI :WWW.EUSERIMPERFEITO.BLOGSPOT.COM
PS - SISTER: just follow the link. hugs ´n´kisses
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/334631660/tempo-de-mudar.html
Agulhação -
o poeta adormece na lividez nebulosa da folha. a tinta que cobre a lixívia desenha simbolismos indecifráveis.a almofada tenta evadir-se. o poema regurgita. ei-lo. como uma agulha:A agulha trespassa a carne
a carne sufoca a alma
a alma dorme na sarjeta
a sarjeta grita às árvores
as árvores pedem pão
o pão cai na poeira
e a poeira cobre a agulha...
(o que vale é que perante mim, nada disto tem sentido.
dentro de nós procuramos uma agulha no agulheiro.
encontrei-a.
os poetas sorriem unos, mesmo que não o saibam...
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/322263314/agulhao.html
Lapela -
Trago na lapela recordações de infância, como o cheiro da minha mãe.
Desato a minha angústia fio a fio.
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/269946104/lapela.html
BIBLIOTHÈQUE EN FEU -
BIBLIOTHÈQUE EN FEUsei que algures dentro de nós existe uma biblioteca
em prateleiras de mel que escorrem para quem amamos
e de dentro das sedas que lambem os livros respiras tu
em eternos sopros de dádiva e saber
em cascos húmidos de humanidade
sei que algures dentro de nós existe uma biblioteca
com livros livres de lombadas e paginação
perto das memórias intemporais do amor
em que se cedem cópulas alquímicas e misteriosas
sei que algures dentro de nós existe uma biblioteca
em que se a cuidas, casa-alma, dita-la para mim
e o graal surge, em forma de beijo
imponente, cristalino, honesto e unicelular
(são as salivas dos livros que não li e me mostras
os desejos de sorver o palato da tua biblioteca)
e sem falar mais de livros,
falemos de amor?
aquele tabu em que se diz nada se poder definir
pois eu defino o que sinto na saliva das palavras - simbiose comunicacional - que o amor sou eu
em forma de nós
como um copo de mar sem peixe
como um copo de mar com peixe
como mares sem ou com copos
porque o graal eu descobri
é seda preta e distinta, no recolher sóbrio dos teus medos
na conversão una das tuas expectativas e desejos
ensejo então fundir
abraçar a morte física como gás que respiras
porque posso
porque sim
porque quero
- lembra-te que sou alquimista ?
e da distância faço a cama de lavado
e dos ossos obtenho abraços
e de todas as bibliotecas de todas as existências em todos os mundos manda o amor
e o amor sou eu
e eu apanho a natureza no coração com uma rede indestrutível
e sôfrego toco-te um dedo
o dedo sensível com que intuis as coisas do mundo de todos os mundos
e se há mundos que desconheces, eu - alquimista-bibliotecário -
dilacero o peito
rasgo-me ao meio
sou um corpo-casa da alma-biblioteca
lê o que quiseres
tirem-te o pão,
tirem-te membros,
tirem-te alegria,
tirem-te o que amas, tirem-te a luz
e a esperança, tirem-te o riso e aquilo a que chamas de vida,
tirem-te. a ti.
façam o que fizerem, tirem-te o que te tirarem,
nada disso conta
pois vens a meu peito aberto e lês o que quiseres
?
e se nada nessas palavras te afagam
encosta o teu rosto ao sangue quente do meu peito
e segredar-te-ei que te amo
que tu és tu
e que és quem amo
livro de mim
livro de ti
livres em nós,
no amor universal
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/269946108/bibliothque-en-feu.html
Lançamento da revista NOVA ÁGUIA -
LANÇAMENTOS DA NOVA ÁGUIA
19 de Maio - 21h30: Fundação José Rodrigues (Porto)24 de Maio - 15h00: Galeria Artur Bual (Amadora)
28 de Maio - 21h30: Atrium Chaby (Mem Martins)
31 de Maio - 17h00: Palácio Pombal (Lisboa)
- 20h00: Biblioteca Municipal de Sintra
3 de Junho - 15h00: Universidade de Évora
6 de Junho - 21h30: Galeria Matos-Ferreira (Lisboa)
7 de Junho - 16h00: Livraria Livro do Dia (Torres Vedras)
- 21h30: Casa Bocage (Setúbal)
10 de Junho - 18h00: Feira do Livro de Lisboa
11 de Junho - 15h00: Universidade de Aveiro
- 17h00: Casa Municipal da Cultura (Coimbra)
14 de Junho - 18h30: Livraria Arquivo (Leiria)
15 de Junho - 17h00: Vila da Batalha/ Batalha Medieval
18 de Junho - 18h00: Universidade do Algarve (Faro)
20 de Junho - 18h00: Amarante
22 de Junho - 16h00: Quinta dos Lobos (Sintra)
4 de Julho - 21h30: Biblioteca Municipal de Alhos Vedros
25 de Setembro -18h00: Hemeroteca Municipal de Lisboa
P.S.: Em Outubro, estão já igualmente pré-agendados lançamentos em outros locais (em Braga, por exemplo, bem como na Galiza).
Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com ; 967044286
Lançamento(s) já noticiado(s) em:
RTP
Diário de Notícias
Diário Digital
Expresso
Jornal de Notícias
Jornal Porto Net
Primeiro de Janeiro
Visão
E em muitas dezenas de blogues...
FAÇA PARTE DESTE PROJECTO. ASSINE A NOVA ÁGUIA: http://www.zefiro.pt/novaaguia
Este é um blogue no qual podem escrever todos os membros da NOVA ÁGUIA e do MIL: Movimento Internacional Lusófono. Para isso, têm plena liberdade, podendo ainda os seus textos ser comentados por qualquer pessoa. Apenas não admitimos comentários que excedam o limite da civilidade. Quanto aos textos, pedimos apenas que eles não sejam muito longos, ou seja, que não excedam em muito o limite do écran, e que, obviamente, se coadunem com o cariz deste blogue, enquanto espaço de reflexão sobre as Raízes e os Horizontes, os Fundamentos e os Firmamentos, da Cultura Lusófona, e com a nossa visão de Portugal, da Comunidade Lusófona e do Mundo: como se depreende do nosso Manifesto, defendemos um Portugal aberto ao mundo, um Portugal lusofonamente multicolor...
RETIRADO NA ÍNTEGRA DO BLOG NOVA ÁGUIA
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/290888973/lanamento-da-revista-nova-guia.html
Leiam e se concordarem assinem -
POR UMA FORÇA LUSÓFONA DE MANUTENÇÃO DE PAZ:http://www.petitiononline.com/mil1001/petition.html
PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA EM PROL DE UMA MAIS RÁPIDA IMPLEMENTAÇÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO:
http://www.gopetition.com/online/17740.html
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/285413022/leiam-e-se-concordarem-assinem.html
Ciclo -
Adormeço
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/282134871/ciclo.html
Vestes -
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/282154604/vestes.html
Speedy -
o poeta cobre-se de rapideze decide acabar o poema.
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/282106567/h.html
-
O sistema... esse ornitorrinco disfarçado de paiesse coleccionador de dores nuas
a emancipação do frígido
o átomo enganado
um etc atónito
numa xuxa
dum bebé
que jaz
mas
é
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/277199016/o-sistema.html
O silêncio côncavo -
Captam-se no céu da bocaodores intuitivamente nossos
Da ansiedade de cavar mais
cresce a releitura dos momentos captados
Ou então jantar em casa
de pálpebras dadas
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/270734450/o-silncio-cncavo.html
Pechisbeque(logia) -
A cordo(o)u com lâmina ((meta)física) nú interior do colete de for-c/ç-aKafka-se, freuda-se!
Contratou os demónios que havia suado.
Édipo, Electra e Jocasta refugiam-se complexados no síndrome de Estocolmo.
Eu foto-agrafo a música transversal da orelha vangoghista.
E vo(o)u ao WC (pato)
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/269946099/pechisbequelogia.html
MANTRA -
Extâse não é sentir-teExtâse é sentir que me sentes
A felicidade flecha-te
rapidamente
de mim para ti
e o extâse passa a ser teu
ocupa-te
ecoa
Os suores param
momentaneamente
os nossos cardíacos
e o extâse sai de nós
fica
nú, o amor
E a lembrança
dos tempos futuros
sorri.
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/269946100/mantra.html
VEM... -
Segues verde e serena as pegadas nas minhas veias
o teu sorriso limpa-me a face
e espraias-te entre os nossos lábios
dentro dos casulos que irrigam os teus anseios
Espero apenas a loucura pulsante de um abraço
de um seio em chamas
de uma gruta extasiada
de que o futuro se fosse
Colho-te ainda mais verde no sangue da tua infância
e deito-te na palma da mão
nas areias desprendidas onde adormeces
seguramente livre mas confortável
como um passeio pelas constelações
como o nascer de um novo mundo
como o que sei e o que sinto
quando me chamas do berço sensual
em que a seda toca a nossa cumplicidade
Mesmo quando eu vou para fora de mim
encontro-te no sorriso de uma árvore
nos ecos do sal do mar
e no olhar imberbe de um lince
Escuto atento os silêncios do vulcão que sulca
a nossa história
e
ao toque de quem és
encontro o amor universal
Belisco-me...e és verdade.
Fonte: http://feeds.feedburner.com/~r/ASeiva/~3/269946101/vem.html




