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Visto-me de poesia - Liliana Jardim - 21Mar2010 21:00:45
300) this.width=300" /> Visto-me de poesia Do mais belo traje que há Caminho no jardim perfumado Onde a vida acontece Mesmo ali, ao meu lado Cubro-me de lirismo Do vermelho das rosas renascidas Mergulho no pólen da vida Onde brotam as palavras sentidas Das palavras adubo a alma No semear de versos enaltecidos Na certeza certa de desbravar Recantos ingloriamente escondidos Vagueio ávida pelas palavras C omo um estranho vagabundo perdido Bebendo em cada sílaba lavrada O doce veneno proibido Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124850 Quem és? - rosafogo - 21Mar2010 21:00:46
QUEM ÈS?
Quem és, que desarrumas a que sou? E não importa se amor não me tens! Salto muros, desafio os céus,e estou Triste, triste sempre que não vens. Tudo sabes da minha intimidade Pões meu coração ao vento Morrem por ti meus olhos de saudade Em cada lágrima minha és lamento. É contigo que converso Altas horas, até alvorocer a aurora Meus sentimentos transformo em verso Dentro da vida és esperança que aflora. Quando partir em alegria ou desespero Quero que venhas comigo Companheira amiga contigo quero Atravessar o vazio levando meu sonho antigo. ![]() À Poesia, que em mim resiste. rosafogo Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124849 FILHO DO VENTO! - celinavasques - 21Mar2010 21:00:46
FILHO DO VENTO Chegaste em noites de tempestades junto com a ventania e o sibilar dos ventos uivantes Semeei ventos colhi tempestades... Transformaste as ondas do mar em enormes tsunamis... tomaste posse de minha vida agitaste meus pensamentos com teus sopros flutuando meus anseios transformando-os em paixão! És o filho do vento, que ás vezes como brisa acariciste meu rosto e assanhaste meus cabelos enchendo minh'alma de ilusão! Levitaste por entre as arvores as flores ... derrubando-as...destruindo-as qual dilaceraste em mil pedaços fragmentos do meu coração! E eu acreditei ....por seres filho da natureza que trarias a felicidade do outro lado do oceano...ledo engano... apenas as saudades de uma primavera que nunca chegou! celina vasques Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124848 O pathos do poeta do amor - nvidal - 21Mar2010 21:00:46
O amor Um grande estupor Obceca nos sempre Desde o nascer do sol Obsessivamente Até ao sol pôr E adentrando a noite Aumenta seu rol Em mil e métricas Neuroses poéticas Servindo de açoite Ao castigo pateta De quem ousa ser Poeta Que pensa que é Só por ter o título Muito procurado Em seu versejar E colocar até O acto de amar Na palavra amor Que não pode confundir Um grande estupor O amor Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124847 Teu olhar - rosamaria - 21Mar2010 21:00:46
Teu olhar anuncia
o principio do fim. Doce, amada, predilecta, murmuras sem palavras um fenecimento que me banha de lágrimas. -Respira o meu ar ele é demais p´ra mim…- Porque te vais assim tão depressa, meu amor? É fria a noite, é eterna a saudade. Sussurro-te silenciosos ais, tacteio-te num negar a evidência, amparo-te com manto da desgraça, perco-me em orações finitas, arrasto-me para o silêncio da separação sem sentir que a dor me cegou a alma… -Respira o meu ar Ele é demais p´ra mim…- Rosa Maria Anselmo Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124846 Se já não escrevo... - mim - 21Mar2010 21:00:46
Hoje pensei um verso
Que não escrevi Dizia tudo… O que merecias ouvir de mim Palavras fortes Que detonam nas vogais Pelos cabelos suores escorreram E nada mais! No meu corpo os pêlos Arrepiaram querendo mais Num som bem extra Escondidos ancestrais Se já não escrevo... Sinto a fome dos mortais Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124845 Para o LUSO - Rosangela - 21Mar2010 21:00:46
400) this.width=400" />Nossa Aliança Meu amado respirava com sofreguidão e minha alma gemia de dor maduramente comovida. Sabíamos que o que experimentávamos era a consolidação do amor, que, após longa tormenta, se assenta soberano no fundo dos mares da alma, para sempre. E assim estávamos. Começou a chegar um vento suave trazendo uma chuva especial de modo sereno, fino, leve e esperançoso. E já bastante molhada pela chuva que caía como um oportuno momento batismal, com a voz fraca e trêmula de paixão, disse: Eu vou amá-lo para sempre. Mas aqui me despeço, embora não me des - peça. Viveria tudo outra vez! Mas este é seu mundo. E em certos mundos precisa-se entrar na hora certa, ou então nossa presença neles muda o centro de gravidade das almas e tudo vêm abaixo. É por amor a você que digo aDeus. Choramos em silêncio, nossas lágrimas eram de indizível dor. Nenhum outro tocará meu coração, para sempre. Esperarei por você até que a morte morra e deixe de ser o que sempre foi, com a face inundada de lágrimas grossas e profundas, que também escorrem pela alma, fertilizando o ser com a força sutil de uma consoladora ternura. Nunca mais serei completamente feliz. Em qualquer mundo em que eu esteja ficarei sempre de pé, sem ter onde me sentar. Carregarei seu amor em mim eternamente, quase sem conseguir falar. Não esqueça as papoulas. Elas representam nossa aliança para sempre. 300) this.width=300" />Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=122736 BEM VINDA PRIMAVERA das ARVORES E DAS FLORES - pavio-das-artes - 21Mar2010 21:00:46
BEM VINDA PRIMAVERA
Sou a tua… … flor do campo! Sou a azálea branca do teu beijo … meu bogarim perfeito … meu amor ardente … meu cravo preferido … meu crisântemo atrevido! Sou a tua… … adelfa, meu alecrim de alfazema… Sou a acácia beladona da tua surpresa em camélia da alma tenho uma flor-de-lis na palma da mão a oferecer-te… … meu crisântemo de verdade. Sou o azul da íris de hortênsia cheia de ternura meu girassol digno de alegria onde me consolo… Sou a devoção do cheiro das flores do campo das dálias delicadeza. Romma/ Rosa Magalhães -.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.- BEM VINDA PRIMAVERA SALGUEIRO Chorão que sou, Mas não choro por mim Choro a alegria sem fim De chegar a Primavera E com ela a quimera Em lágrimas que me rolam Braços estendidos que adoram As flores belas do chão, A elas dar-lhes a mão. Lágrimas intimas de albergar Coisas ínfimas de abraçar E todo eu ser amar. António Viana -.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.- BEM VINDA PRIMAVERA Flor de Jardim Sou uma flor de jardim Que acorda na primavera, Aquilo que existe em mim É uma parca beleza severa Que me aparta do mundo Sem sonhos. Patética e delicada Carrego no meu caule A responsabilidade de ser bela E um tanto singela, Única e transtornada! Mas igual a tantas outras. Nascida para ser morta, Para morrer com lentidão… Posta numa jarra Onde o meu coração Pára de bater Com o da terra. Apartada da minha mãe. Posta em água fria. Suspensa no limbo do sofrimento, Aguardando a morte. Sou, para ser linda, Mas que se danem belezas! Porque hoje sou para ser ouvida! Celebro com fervor A glória da minha mãe. Hoje a escuridão foi superada, A luz restaurou a sua glória E minha mãe está apaixonada. Sou uma flor de jardim E celebro a vida Com a morte numa jarra… Wiscat -.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-. BEM VINDA PRIMAVERA Imbondeiro ARVORE SELVAGEM AFRICANA Tronco duro ainda longe do fim Não cultivo a minha imagem Chamam-me assim Imbondeiro selvagem Sou arvore para durar A mucua é o meu fruto Faz um sumo delicioso Dizem que sou milenar Ninguém me vê o fim Portanto, estou para durar Sou animarolim. A. Rolim -.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-. BEM VINDA PRIMAVERA Bom Dia Primavera Pétala a pétala… Estame a estame… De um bolbo flori… Tulipa !!! Neste jardim de verdades… Neste jardim de mentiras… De alegrias e tristezas… Encantos e nostalgias… De prosas e poesias… Doces ou amargas… Serão sempre melodias !!! Exibo-me de muitas cores Até de negro pintado Por grandes criadores Cientistas e doutores Senhores das filosofias Donos… Das “híbrido – manias”… Das “laboratoriais – epidemias”… Sejam matizes ou negras As pétalas dos meus dias, Processa a mãe natureza Dentro do meu coração Renascer a cada dia A vida em tua mão !!! Cremilde .-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.- BEM VINDA PRIMAVERA Rosa de Jardim Flor branca singela Flor vermelha sem dor Sonho ser flor bela Bela flor de amor Rosa, Rosa ou não Mas sempre flor Flor que sempre espera Com amizade na mão Ilusão ou quimera Chega sempre No calor da Primavera Sonhadoraa D: Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124829 O Sonho De Van Gogh[Dia Mundial Da Poesia] - poesiadeneno - 21Mar2010 21:00:46
O Sonho De Van Gogh[Dia Mundial da Poesia]
Van Gogh teve um sonho a três dimensões: com a primeira fez um quadro, com a segunda pintou-o de todas as cores, com a terceira deu-o à Humanidade. Agora permanece no coração dos homens. Recusa-se a ser preso num Museu, para encontrar de novo a liberdade. Poesiadeneno912001 Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124844 Rituais Esquizofrénicos - ÔNIX - 21Mar2010 21:00:46
“Sou crente e sonho com um mundo redondo, geometricamente perfeito (José Luis Lopes) Na forma como vemos o mundo, já existem novas formas pensadas e ajustadas ao novo mundo. Contudo, não temos ainda olhares prontos para o fixarmos num ponto e o elegermos, através da forma que podemos e sabemos… Glorificamo-nos, sempre que das nossas mãos escorrem pétalas em formas de palavras, fazendo jus à nossa própria existência; falhada umas vezes, engrandecida outras tantas, mas nada fazemos para adubar a terra, e dela retirar a substância que nos fará criar e engrandecer os momentos dignos da nossa própria aceitação, em liberdade e fraternidade. Caminhamos por forma a conseguir sobrepor as ideias a um único pensamento, mas ele, pobre como sempre o mundo o viu, aconchega-se ao denominador comum de alter-egos esfomeados. Abriram-se os portões à amplitude de um universo restrito de palavras vãs, no entanto, muitas diferenciadas, escancaram ao mundo, os restos mortais de alguns egos carenciados do alto, por não saberem aceder-lhe na sua forma mais pura. Copulam-se nas vertentes mais enganadoras, vivendo segundo rituais esquizofrénicos dançando e rodopiando em moldes contínuos, encurtando os movimentos sobrepostos aos nossos pés. (Ausentes de novas formas, despem-se sobre um circulo fechado, mas caracterizam-se pelos novos modelos, que se encurtam nas distâncias de um caminho sobreposto). Há noites, que tenho no corpo aquela doce lembrança, de quando me cingia à noite e a convidava para dançar comigo nas ruas desertas da minha cidade, mas ela, desgostosa dos dias passados, assumia-se presa à escuridão nocturna, e ali se fazia passar por mais um dia no seu términos. Vertigens enganadoras trazem-nos o mundo cortado em pedaços, e nós sempre que o abocanhamos, abastecemo-nos de gotas perdidas de orvalhos, que se prendem às novas correntes e que se preparam já para lançar mão dos nossos corpos disseminados... In A Voz do SiLêncio Inspirado num outro de JLL) Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/ne ... ryid=124426#ixzz0iitHPzUj Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives (Foto, Dolores Marques) Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=124843 Convite
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