01-08
Xavier Rudd - The Letter - 19Jul2008
Estou viciado nesta música:
I I sit by my window
With everything I've done
Doors that I've opened
And webs that I've spun
And the candle beside me
it burns to the left
and the rain on the clay
sends the lizard to it's nest
will there be a time
when I would hold you again?
With my arms spread out
My chest you'll rest
And I'll write you a letter
With everything I know
?bout the weight of the world
And the way things could go
So live up my friend
Step back again
For some things will be given
For some you'll have to bend
You? ll have to bend my friend
To hold on to this
For some things will come easy
And some will be a test
You?ll have to bend
Now the ocean connects me
To everything I know
I?m mellowing my mind
So my heart, it can call
With these trees as my witness
I'll slice up some fruit
And each to their peaceful
good intentions and truth
There will be a time
when I'll hold you again
With my arms spread out
I will dive right in
So now here is your letter
With everything I know
?Bout the weight of the world
And the way things could go
So live up my friend
Step back again
For some things will be given
For some you'll have to bend
You?ll have to bend my friend
To hold on to this
For some things will come easy
And some will be a test
You?ll have to bend
Now the ocean connects me
To everything I know
I?m mellowing my mind
So my heart, it can call
With these trees as my witness
I'll slice up some fruit
And each to their peaceful
good intentions and truth
There will be a time
When I'll hold you again
With my arms spread out
I will dive right in
So now here is your letter
With everything I know
?bout the weight of the world
And the way things could go
Xavier Rudd - The letter
Fonte: http://21-gramas.blogspot.com/2008/07/xavier-rudd-letter_18.html
Os Meus Olhos - 18Jul2008
São castanhos como os teus,
Apenas menos brilhantes,
Menos interessantes,
Menos virginais.
Guardam ainda um pouco
De incógnitas, de mistérios...
São como os teus
Na esperança que os teus
Não se tornem meus
Ao renderes-te.
Batalha.
Sê inocente.
(Ama-me)
11/07/2008
Fonte: http://21-gramas.blogspot.com/2008/07/os-meus-olhos.html
Este Fogo - 17Jul2008
Este fogo cá fora
Fui eu quem o começou
O interno já existia,
Nem sei bem a sua origem,
Desconheço o seu começo.
Este fogo cá fora
Fui eu que ateei,
Fui eu que o alimentei,
O interno prolifera.
Este fogo cá dentro
Faz-me morrer,
Faz-me renascer,
Consome-me...
Alimenta-me.
Sou o circulo sem fim,
A espiral eterna.
Sou o renascimento constante
De cinzas de um pássaro
Que deveria morrer apenas
Em muitos anos.
Este fogo partilhado
É todo meu e repetitivo.
Existe para se admirarem
Com o horror do meu esplendor,
Da minha luz,
Do meu surgimento,
O meu momento
Que chega e abala
Sem dizer nada.
Este fogo cá fora,
Cá dentro, à minha volta,
É, luz de destruição,
É luz de criação.
11/07/2008
Fonte: http://21-gramas.blogspot.com/2008/07/este-fogo.html
A Côr dos Meus Olhos - 15Jul2008
Invertem-se papéis,
Emana de ti
Uma curiosidade palpável
De descobrir a côr dos meus olhos,
A sua forma,
A expressão do meu rosto;
Coberta pelos óculos de Sol
(Escudos discretos)
Que uso com o intuito
De me proteger
Também dos brilhos incandescentes
Do dia.
(Que) queres mais?
11/07/2008
Fonte: http://21-gramas.blogspot.com/2008/07/cr-dos-meus-olhos.html
Fachada - 14Jul2008
Fiquei só...
As companhias arbitrárias
Potencialmente interessantes,
Fora do círculo em que estou
E este está cerrado
Apenas a mim, reservado;
Essas companhias foram-se.
Fiquei aqui na esplanada
Sem fazer nada,
Obrigado a focar outros aspectos,
E no meu grau de visão
Tenho múltiplas vistas,
Mas concentro-me apenas
Na fachada pouco trabalhada
Que estava já defronte
Ao lugar que escolhi
Mas nunca pertenci.
09/07/2008
Fonte: http://21-gramas.blogspot.com/2008/07/fachada.html
Quero Ser Cremado - 14Jul2008
Eu, quero ser cremado,
Distribuído por todo o lado
Visitar lugares
Nunca antes visitados.
Quero a nado
Conhecer o fundo dos oceanos,
Percorrer a Terra por anos
E descansar as cinzas
Só de Carbono
Num imenso diamante
Com um futuro incerto,
Quem sabe na mão de amantes.
Eu, quero ser cremado
Espalhado por todo o lado
E ser esquecido
Na cabeça dos que me amam
Para que não sofram,
Não desesperem,
Não se enganem
Porque a morte não desaparece,
Permanece.
08/07/2008
Fonte: http://21-gramas.blogspot.com/2008/07/quero-ser-cremado.html
O Novo - 14Jul2008
Tudo é cíclico
Tudo é constantemente novo
De um novo subtil,
Passam despercebidos
Entre uns quantos, mil?
Ou mais,
Escondido, recônditos
E a atenção fixada
No nada
Não os detecta.
O novo é o que me vai alimentando,
Preciso do novo constante,
De desilusão em desilusão
Que um novo nunca basta.
08/07/2008
Este é o primeiro de uns quantos (quatro ou cinco) que pretendo publicar se possível diariamente.
Fonte: http://21-gramas.blogspot.com/2008/07/o-novo.html



