09-16

Ao papel, ao mar. -

Sou estou bem onde não estou
Tenho a apetência de estar ali, acolá
Mas quando chego lá
Algo para trás ficou
E o valor agora já dou.

- Esquecimento meu
Ó mar
Que me fazes esquecer tudo
Até desta veia
Que agora humedece
Este papel

- Não te levei
Podias-te molhar
Mas agora que aqui estás
Mar te vou depositar.


Pedro Alvez

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/08/ao-papel-ao-mar.html

Nas águas do verso - Já à venda ! -


Já é oficial ! Nas águas do verso - 100 autores 100 poemas já está disponível. Um livro muito importante para mim, pois é onde vejo editado o meu primeiro poema.
Quem assim o desejar, poderá encomendar pelo avozeaspalavras@gmail.com com o custo de 13?.
Estará também disponível com o mesmo custo, na livraria Byblos em Lisboa e na livraria Leitura no Porto.

Nas Águas do Verso é uma colectânea poética idealizada e coordenada por João Filipe Ferreira e Pedro Lopes.
Nesta obra é possível encontrar textos poéticos de 100 autores tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo.
Uma obra onde cada poeta expressa livremente as suas palavras, as suas emoções, visões e estados de espírito.
Em Nas Águas do Verso o leitor poderá navegar calmamente na beleza da poesia e da prosa poética, sem nunca perder o rumo, sem nunca se afogar nas palavras.
Com muito prazer, os autores oferecem-lhe esta obra que consideram ser tremendamente rica em poesia.

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/08/nas-guas-do-verso-j-venda.html

-

Chego, encontro-te.
Mergulhas nessas águas
Que se abrem só para ti
Já nem sonho com regressos
Agarras-me de vez
Suave, envolvente, pena branca
És a paz e eu a euforia triunfante
Porque te vi, porque te senti
Porque és assim e estás ao pé de mim.
Coisas raras são as especiais
Tesouros intemporais.
Humildemente adormeço contigo
E cá dentro berro, expludo de alegria
Mas tu não ouves nada
Não te quero acordar
Sentimento sincero
Assim é, em silêncio.
Como cada noite
Aqui
Já, sem ti.


Pedro Alvez

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/07/aguarda-titulo-pela-cat.html

Nas águas do verso - Capa -


Está quase caros leitores, é uma questão de dias e a antologia de poesia " Nas águas do verso " - 100 autores 100 poemas estará nas livrarias.
Aqui fica a capa final, que eventualmente poderá sofrer um o outro retoque, espero que gostem. (O meu nome está na 13ª linha a contar do inicio)

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/07/nas-guas-do-verso-capa.html

Alzira -

Eis que chega mais um poema! Desta vez desafiaram-me para brincar um bocadinho com as palavras.
Estive no passado fim-de-semana em Malhadas da Serra, aldeia onde o meu pai nasceu e onde vou regularmente. Desta vez fomos festejar o aniversário do meu pai e seu irmão gémeo Izidro Alves, que completaram os 50 anos de idade.
Ora o meu pai antecipadamente, lembrou-se que eu poderia escrever um poema em recordação à sua mãe (Alzira) por este meio século passado, em que me baseasse em episódios vividos no seu tempo de infância e ao longo da sua vida.
Este foi um poema que me deu imenso prazer escrevê-lo. Foi como se tivesse passado para a pele dos manos Alves através de histórias que o meu pai tem-me contado nos ultimos anos. Por momentos passei a ser outra pessoa, com outras raízes, com outra perspectiva de vida, com outra alegria...
Aqui fica o poema intitulado Alzira






Meio século passou
Quando na tapada do forno
Nossa mãe mostrou-nos a luz do dia.
Ao calor do fogão aceso.
O nosso lar em clima de alegria.

Nascemos num berço pobre
Mas o amor que o pai e a mãe nos deu
Sempre compensou qualquer bem material.
Foram tempos difíceis
Mas graças a Deus, não houve fome nem sede
E as ribeiras corriam para regar o nosso quintal.

Crescemos e entrámos na escola
Em dias de chuva a pé fazia-se o caminho até Pessegueiro
e tu Izidro, maninho irrequieto
Atiravas-me pedrinhas e furavas a lancheira
Que a mãe preparava com tanto carinho.

Tempos de criança passaram
Mas a nossa mãe continuava sempre a acompanhar
Ainda me lembro como se fosse hoje
Chegada a hora de cumprir serviço militar
E tu levavas-me à serra para a carreira eu tomar.

Mais tarde chegaram os tempos da capital
O nosso emprego, o lar e o Pedro - O neto mais novo que o pai ainda conheceu.
Tu mãe, continuas-te aqui nas Malhadas
E com saudade nos aguardavas até voltarmos à terra que nos viu nascer.

E agora aqui estamos mãe, eu e o mano a prestar esta homenagem
Pela grande mulher que foi, pela sua coragem e força de vida.
Estarmos hoje aqui não tem outra razão a não ser: Alzira.



Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/06/alzira.html

Lapa -

Nunca a vi.
Nunca lhe pousei minhas mãos.
Nem tão pouco senti o seu cheiro.

Foi como o florescer de um novo encanto
No imenso jardim das minhas angústias.
Agora confundo-me neste arco-iris, nesta radiância, neste esplendor!
Trouxe a paz, a força de viver!
E essencialmente afastou uma dor.
Que raridade de beleza interior
Aquela que nunca irei tocar com as minhas mãos
Somente as suas palavras fizeram-me acreditar
Ainda há corações
Que acreditam no puro amor!

Pedro Alvez

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/04/lapa.html

Sem perceber porquê -

A porta bateu.
Como de um fim se tratasse.
Para trás ficaram lágrimas
Lágrimas de paixão
Que a metade as secou
Sem perceber porquê.

O silêncio invadiu-me
E o quotidiano ou o acaso
Nunca te afastaram.
E no pensamento
O brilho dos teus olhos
Ainda me ilumina
Sem perceber porquê.

Sem perceber porquê
Eu fui relâmpago
E tuas palavras o trovão.
A história acaba mal
O que era paixão passou a pesadelo
E eu fiquei neste silêncio
Sem percebe-lo ouço em eco - Porquê, porquê?


Pedro Alvez


Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/04/sem-perceber-porqu.html

Entrevista a Izidro Alves -


Aqui fica a entrevista feita a Izidro Alves por António Amaro Rosa do jornal Serras da Pampilhosa.






?A grande diferença entre um homem rural e um homem urbano é a intimidade do lugar. Sei exactamente o sítio onde nasci. Apalpo com as mãos as paredes do quarto e até há pouco tempo ainda existia a cama onde a minha mão me pariu. Tudo isto são sinais gravados na minha pele e que de certo modo moldaram a minha personalidade?


Izidro Alves, de seu nome Isidro dos Santos Alves, nasceu a 10 de Junho de 1958 na aldeia de Malhadas da Serra, na freguesia de Pessegueiro, sendo filho de Firmino Alves Júnior e de Alzira dos Santos Alves.
Aprendeu as primeiras letras na aldeia do seu nascimento e na sede de freguesia. Aos 12 anos veio para trabalhar num restaurante de familiares. Efectuou os estudos secundários nas escolas ?Nuno Gonçalves?, em Lisboa, ?Ferreira Dias?, no Cacém, e na Escola Secundária da Amadora. Frequentou ainda o curso de Estudos Portugueses na Universidade Aberta, na capital portuguesa.
Profissionalmente desempenhou várias actividades, desde estafeta num atelier de arquitectura, passando por desenhador de instalações eléctricas numa empresa de construção civil, até criador de textos publicitários numa agência de publicidade. Actualmente é técnico de inspecção automóvel.

OBRA

Izidro Alves publica o primeiro poema no ?Diário de Noticias ? Jovem? no início dos anos 80. ?O lado do silêncio? assim se chama esse poema e era dedicado ao poeta Eugénio de Andrade.


Nos anos 80 publica nos anuários de poesia da editora Assírio e Alvim e que teve grande notoriedade na altura. Basta lembrar que alguns nomes que aí publicaram são hoje nomes cimeiros da literatura portuguesa. Exemplo maior o escritor José Eduardo Agualusa.


Nos anos 90, a convite do poeta Fernando Grade, colabora na colecção de poesia ?Viola delta?. Também nos anos 90 colabora em diversas revistas literárias de Castelo Branco e do Porto, tais como a ?Pé de cabra? e ?Sirgo?, esta dirigida pelo poeta e professor António Salvado, e em jornais como o ?Jornal de Letras, ?Artes e Ideias? dirigido pelo poeta e jornalista José Carlos Vasconcelos.

Já no início deste século publica em co-autoria o livro ?Terna ausência? com prefácio do escritor José Luís Peixoto, numa edição Porta do Cavalo.


No ano de 2006 publica também em co-autoria o livro de poesia ?Santo ofício?, com prefácio do professor e escritor Urbano Tavares Rodrigues, também numa edição Porta do Cavalo.

ENTREVISTA

Serras da Pampilhosa ? Descreva-nos a sua vivência em terras pampilhosenses até ao momento em se viu obrigado a deixá-las. Presumo que nelas tenha passado a sua infância?
Izidro Alves ? Aqui nasci e aqui vivi até aos 12 anos. Nesse tempo a vida era muito difícil e só não foi de miséria total por que tinha a ternura de minha mãe e os meus irmãos mais velhos já ajudavam nos trabalhos da lavoura... de fartura só havia o sol e a água para citar um grande poeta, Eugénio Andrade, da nossa fraterna Beira.
Para concluir o exame da 4.ª Classe ia da minha aldeia à sede de freguesia, sete quilómetros para cada lado por caminhos, carreiros e saltando ribeiros para chegar à escola. De Inverno ficava com a roupa molhada no corpo o dia inteiro porque fazer a 4.ª Classe exigia sacrifícios, dizia minha mãe. Lembro-me que a primeira vez que fui à Vila a pé, fazer o exame da 4.ª Classe, da minha aldeia à sede de concelho, 20 quilómetros para cada lado.
Talvez de belo só guarde na minha memória o tempo em que guardava as cabras e lhes atirava pedrinhas como beijos de paixão. Não, não tenho saudades desse tempo. Só tenho saudades do tempo que há-de vir. E de já cá não estar para o viver...

SP ? Desloca-se com alguma regularidade a Malhadas da Serra e a Pampilhosa da Serra?
IA ? Visito a região quatro ou cinco vezes por ano. Aqui passo parte das férias e até há pouco tempo aqui passava o Natal. Aqui tenho irmãos permanentemente e outros parcialmente. Aqui venho sentir o cheiro da terra, ver a água a correr nos ribeiros, ver as cabras ? que ainda há ? a pastar nas serras, esses belos animais que tanto fascínio exercem sobre mim.
A minha ligação a esta região é intrínseca. Nunca se esquece o sítio onde se passou a infância, apesar de não ter sido muito feliz. A grande diferença entre um homem rural e um homem urbano é a intimidade do lugar. Sei exactamente o sítio onde nasci. Apalpo com as mãos as paredes do quarto e até há pouco tempo ainda existia a cama onde a minha mão me pariu. Tudo isto são sinais gravados na minha pele e que de certo modo moldaram a minha personalidade.

SP ? Em que momento e porque razão se dedicou à escrita?
IA ? Comecei a escrever por volta dos 18 anos. As razões da escrita ou de qualquer forma artística nem sempre são claras. No entanto, posso afirmar que no meu caso tem a haver com um desejo premente de comunicar, aliado à minha personalidade introspectiva.
O facto de vir para a grande cidade com 12 anos para trabalhar criou em mim um grande desafecto. Os pais na aldeia, eu na grande cidade, não deve ser reconfortante para um miúdo com 12 anos. Como dizia Sartre ?eu tinha que fazer qualquer coisa para sair do meu inferno?. E paralelamente a leitura de grandes poetas que pouco e pouco entraram no meu coração: Eugénio Andrade, Ruy Belo , Al berto , Jorge de Sena, Raul Carvalho, Ramos Rosa e tantos, tantos outros foram moldando o meu desejo pela escrita ? porque não se é poeta sem primeiro ser leitor.

SP ? Quanto tempo dedica à escrita?
IA ? O tempo que dedico à escrita não pode ser contabilizado em horas ou minutos. Quem trabalha oito horas ou mais, pouco sobra para outros afazeres.
Normalmente escrevo durante a noite. Às vezes uma noite inteira à procura de uma palavra que faça sentido para no outro dia deitar tudo fora. Não é fácil fazer um poema, não é como carregar num botão e já está. É um trabalho árduo e que exige muito sacrifício que só com o gosto pelas palavras e a persistência se consegue construir.

SP ? Neste momento tem algum projecto em curso? Pode adiantar-nos algum pormenor?
IA ? Sim, tenho duas colectâneas de poemas preparadas à espera de publicação. Publicar poesia não é fácil, apesar de sermos um país de poetas, dizem. Triste contradição. Assim resta-me esperar para que ?Oficídio? e ?A lenta construção das coisas possessivas ? possam ser publicadas.

SP ? Em que medida as suas raízes malhadenses influenciam a sua escrita ou o seu modo de ser?
IA ? A minha terra é uma raiz de que tenho orgulho e dor. Estas fragas, estes pinheiros, estes ribeiros, estas serras, não se nasce impunemente no meio disto. ?O medonho canto da coruja?, ?o tanque da fraga?,?este sol que nunca viu o mar ?, todos estes elementos entraram nos meus versos. E às vezes são o seu esplendor.

SP ? Certamente acompanha a vida do nosso concelho. Como o vê hoje e quais as suas perspectivas quanto ao seu futuro?
IA ? Pampilhosa da Serra é um concelho que tem desenvolvido alguma coisa, mas não o necessário à sua prosperidade. Quando fui pela primeira vez à vila, à cerca de 40 anos, tudo era diferente. Só a escola primária, onde fiz o exame da 4.ª Classe, permanece, hoje com outras funções.
No futuro, Pampilhosa da Serra só conseguirá sobreviver se estancar a hemorragia da desertificação. Um concelho tão grande e com tão pouca gente pouco poderá fazer na era da globalização. Oxalá eu me engane, mas se houver coragem política para fazer uma reforma administrativa como fez Mouzinho da Silveira no século 19, o nosso concelho corre o risco de desaparecer.

SP ? Como avalia o regionalismo e quais as suas perspectivas para o amanhã?
IA ? O regionalismo teve o seu mérito no século passado quando as câmaras não dispunham de receitas próprias para acudir às necessidades das populações. Houve homens abnegados e trabalhadores que graças ao seu trabalho conseguiram coisas que hoje nos orgulhamos: a água ao domicílio, as estradas, a electricidade e tantas, tantas outras coisas.
Hoje já não faz sentido. Faz sentido sim, a regionalização. Actualmente o trabalho das comissões de melhoramentos só terá futuro numa área de recreação e de cultura afectiva.

http://www.serrasonline.com/index.php?option=com_content&view=article&id=102:isidro-dos-santos-alves&catid=37:entrevistas&Itemid=72

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/04/entrevista-izidro-alves.html

A sombra -


Demorou tanto
a chegar ao tanque da fraga
que eu cresci e fiquei
do tamanho do milho.
Mas quando vem
pelos espelhos da tarde
deitar-se nos ramos dos pinheiros
uma criança
nasce em mim.

Izidro Alves


«A sombra», sem um único adjectivo, tem o poder encantatório de nos trazer os campos do Norte em apenas nove linhas, o que é obra.
(Urbano Tavares Rodrigues, in Prefácio Santo Ofício)


Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2008/01/sombra.html

Nasceu o Deus menino -



Noite de consoada

Em Malhadas da Serra

Bacalhau e bom vinho

São as honras da mesa

E a familia toda reunida

Ao quentinho da lareira acesa.


Veio o avô Ricardo

E a avó Etelvina

Trazem o madeiro do Natal

Mantendo a tradição

Arde a noite inteira

Para aquecer o menino Jesus

Deitado junto à lareira.


Assim passámos a noite

Assim se fez o dia

Para irmos à missa

Na sede de freguesia

Cantármos todos juntos

Já nasceu o Deus menino

Filho da Virgem Maria.



Pedro Alvez



Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2007/12/nasceu-o-deus-menino.html

"Cal" recomenda-se -


Adquiri o livro de José Luis Peixoto intitulado "Cal".

Bastou-me ler os três primeiros contos e um poema, para apresentar aqui um post a recomendá-lo.
Curioso estava. Este é o primeiro livro de José Luis Peixoto que leio.
Para ser sincero, não conhecia a sua obra até ter escrito o prefácio do livro "terna ausência" publicado em co-autoria pelo meu tio Izidro Alves.

Entretanto continuo com as publicações em jornais, mais precisamente com um convite para colaborar mensalmente no jornal "Serras da Pampilhosa", jornal mensal da região de Pampilhosa da Serra - Coimbra, terra onde vou normalmente uma vez por mês. Fico alojado mais precisamente em Malhadas da Serra, aldeia onde meu pai nasceu.

Novos poemas hão-de chegar. Sigo agora para Malhadas da Serra, porque o meu pai diz - "o Natal é na aldeia com a familia", e eu sigo esta ideia com agrado, que até condiz com o meu jeito.
Pode ser que essa terra traga novas palavras até ao papel...normalmente não me deixa ficar mal.

Feliz Natal para todos os visitantes e óptimas entradas!

P.S. Leiam poesia...sejam felizes.

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2007/12/cal-recomenda-se.html

Cais do sodré e uma noite de luar -

Que saudades eu já tinha
Pisar este chão, esta obra-prima
Oh Lisboa do meu coração
Oh Lisboa antiga.

Encontrei-te na paragem
Já nem me lembro qual
Ao olhar-te fiquei nervoso
Mais tarde confessas-te
-Fiquei tal e qual?

Tropeço contigo nesse riso
Como é bom recordar
Tempos remotos, barcos perdidos
Mas que sempre acabam
Por amarrar.

Sim, não foi fácil te encontrar
Mas agora sinto, tu tens magia
Aqui me vais cruzar
Oh Lisboa do meu coração
Oh Lisboa antiga
Cais do sodré e uma noite de luar.


Pedro Alvez



Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2007/10/cais-do-sodr-e-uma-noite-ao-luar.html

"Nas águas do verso" -


A convite de João Filipe Ferreira, Pedro Alvez publica o seu primeiro poema numa antologia intitulada - "Nas águas do verso" 107 autores 107 poemas, a sair no inicio de 2008.
Esta será a sua primeira aparição, brevemente nas principais livrarias do país.
Desfrutem para já da lindíssima capa!

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2007/09/nas-guas-do-verso.html

Lugar da razão -

Porque me desafias
Para mais um desses poemas?
Enquanto for vivo há destino
E o fado por cantar
Ainda pode chegar

Quem sabe? - Tanta gente o diz
Eu remato sempre - Só Deus

Sempre gostei de poemas curtos
Poucas lamechices
Mas tu tiras-me do sério
E eu volto ás minhas raízes
Ao fundo do coração
Eis que aparece sempre...
Lugar da verdadeira razão


Pedro Alvez

Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2007/09/lugar-da-razo.html

Os primeiros -



Aqui ficam as primeiras publicações de Pedro Alvez no Bissemanário Regionalista "A comarca de Arganil".


Fonte: http://avozeaspalavras.blogspot.com/2007/09/os-primeiros_13.html

Painel controlo
  • Email:
  • Palavra-passe:
  • Lembrar dados
  • Ir administração


Torna-te membro

Email:
Últimas Photum
Autores
A Cor da Poesia
Amar e Viver
Anabela Braga
Cometa
Conceição Bernardino
Desequilibrio
Diana Balis
Ensaios poéticos
Euclides Cavaco
Helen de Rose
Ibernise
O Ser do Ente
Palavras Soltas
Paloma SteLLa
Paulo Afonso
Pedras Rubras
Pedro Lopes
Poesinel Niel
Poeticamente
Ricky Bar
Rodinha 26
Talia
Valdevino
Writer
Lar Doce Lar
Luso-Entrevistas
Luso-Comunidades


lusoblogmini.jpg

lusohi5mini.jpg

lusomsnmini.jpg

lusoorkutmini.jpg



Site Oficial
Luso-Poemas - Poemas de amor, cartas e pensamentos
Estatísticas
Visitas (Acum./mês)
10 / 8
 
Visualizações (Acum./mês)
947 / 803