Lusopoemas - Teresa
Teresa

FUGI - teresa - 13Mar2008

Fugi por não tratares de mim

Senti-me a secar no teu jardim

Fugi porque de desânimo murchei

Fugi porque sem água sequei

Quero ser replantada

Onde possa ser cuidada

E devidamente amada

De novo quero reflorescer

Com muito amor e alegria

Num qualquer doce amanhecer






Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=32148

RASGUEI - teresa - 09Jan2008

Escrevi apaguei
Voltei a escrever
Amassei e rasguei
Gostava de escrever
De multiplicar a palavra
Como semente
Que cresce forte
Em terra fertilizada


Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=26236

ANO NOVO - teresa - 02Jan2008

Em dia de Ano Novo
Renasço do laço
De papel amassado
Do caixote aqui do lado
Renasço na esperança
Do sorriso de uma criança
Renasço no sonho
Dos versos que componho
Renasço no acreditar
Que o Mundo possa mudar
Renasço para a vida
Sem mágoa e sem ferida
Renasço num novo laço
De um outro embrulho
Que tenha dentro
O amor a alegria
E a esperança no futuro


Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=25734

Laço de papel - teresa - 23Dez2007

No Natal hiberno

E espero

Que passe o inferno

Das ruas engalanadas

Das mulheres perfumadas

Das prendas atrasadas

Das luzes cintilantes

Das tias deslumbrantes

No Natal hiberno

E escondo-me

Do mundo moderno

Onde o embrulho e o laço

Subsistuem o abraço

E depois de tudo apagado

Do papel amachucado

Renasço num laço

Rasgado e abandonado

No caixote aqui do lado


Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=25263

SÊCA - teresa - 12Dez2007

Arrumo com tristeza cada letra

Poiso na secretária a caneta

Escrever não sei mais

Tudo o que me ocorre

São frases banais

Sinto saudade de cada palavra

Saudade de cada momento

Como se de mim

Fugisse o sentimento

E as palavras

Voassem com o vento


Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=24455

DESASSOSSEGO - teresa - 13Nov2007

Escrevo

desassossegos da mente

Sou rio que corre

Ora veloz

Ora calmamente

Sou comboio

Que pára

E arranca de repente

Sou rua estreita

E sinuosa

Sou roseira brava

E espinhosa

Sou grito aflito

Sou sorriso

Indeciso

Sou a certeza

Da incerteza


Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=22042

ESPERA - teresa - 05Nov2007




Espera
Não vás tão depressa
Espera
A estrada não é essa
Fico parada
Nesta encruzilhada
Não consigo andar
Vou ficar
Vou voltar
Não consigo
Teus passos acompanhar
Estou perdida
Esquecida
Nesta estrada sem saída






Fonte: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=21365

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